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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Para se manter na UE a Escócia quer ser independente

Em 2014, um dos argumentos usadas para combater a independência da Escócia foi que, independente, a Escócia não seria aceite na União Europeia. Ora, com o referendo de ontem em que o Reino Unido decidiu sair da UE, está criado um facto novo que abre caminho constitucional a novo referendo. Porque a maioria da população escocesa votou maioritariamente no "remain". 

"Da forma como estão as coisas, a Escócia enfrenta a perspetiva de ser retirada da UE contra a sua vontade. Considero que isso é democraticamente inaceitável", declarou a primeira ministra.

A líder independentista assinalou que o 'brexit' supõe "a alteração material de circunstâncias" que o seu Governo requeria para admitir um segundo referendo, pelo que este "deve estar e está em cima da mesa".

Na sua intervenção de hoje, a primeira-ministra escocesa recordou que nessa consulta, a independência foi derrotada em parte porque os partidários da união conseguiram convencer os escoceses de que deixar o Reino Unido significaria que a Escócia ficaria fora da União Europeia, o que acabará agora por acontecer.

Não é o que acontece com as regiões independentistas noutros países que reclamam a independência mas não a saída da União Europeia.

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