Os pais ameaçam fazer greve a uma escola pública que os trata mal
Com este ministério da Educação centralizado, nas mãos dos sindicatos ( 23 ) os pais dos alunos só os podem defender se lutarem pela liberdade de escolha ( pública, privada, em associação).
Ano após ano o que vemos é a chantagem dos sindicatos comandados pelo sindicalista comunista Mário Nogueira a fazer o que quer com a escola pública. Greve atrás de greve seja o problema pequeno ou grande, financeiramente sustentável ou não, seja ou não razoável.
A Educação num país democrático não pode continuar à mercê de um quadro do PCP e que usa o sindicato como braço armado do seu partido na luta política.
A defesa dos contratos de associação, considera, é a reação inevitável a formas de luta dos professores que, defende, se repetem "todos os anos" e estão "a atacar o coração do processo de aprendizagem" dos alunos.
"É para onde nos estão a empurrar", confirma. "O governo tem de rever a questão dos contratos de associação. Não vale a pena ter um sistema público de educação que está em permanente revolução. O primeiro direito é o das crianças. Não podemos estar permanentemente nesta instabilidade".
Entretanto, já foi criada por professores uma "associação fantoche de pais" que, naturalmente, se coloca ao lado dos sindicatos defendendo que a greve favorece os alunos.
Até quando este circo ?