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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Os magistrados partem do principio que há sempre alguém que paga

O que os magistrados exigem é incomportável para qualquer orçamento, não cola com a realidade. Os exemplos que a ministra da Justiça dá no vídeo são, como direi, uma vergonha. Mesmo que o país não estivesse na situação em que está.

"Os estatutos tinham de ser compaginados, haver paralelismo e depois seguir o processo legislativo normal", prosseguiu a ministra. Porém, salientou, "não é possível nem fácil que em matéria estatutária se passe de 3.000 [euros] logo no ingresso, para 4.224, de 5.700 para 6.924, de 6.000 para 7.964, por exemplo, de 7.000 para 9000, de 8.000 para 9.324, de 8.100 para 11.754", exemplificou. "Podia dar mais exemplos. Com estes montantes, o processo não se simplifica", acrescentou.

"E isto sem contar com compensações que não são quantificáveis, que acrescem a este subsídio", como sejam subsídios de turno, acumulação de pensões, ajudas de custo e despesas de deslocação de montante igual aos membros do Governo, exemplificou. No conjunto, o impacto orçamental das alterações atingiria "os 18 milhões por um lado e os 14 milhões por outro" [num total de 32 milhões] disse a ministra, sem concretizar pormenores.

No funcionalismo público é assim parte-se do principio que há sempre alguem que paga