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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Os bancos passam a falir como qualquer outra empresa

O BCE agora é, sem margem para dúvidas, o banco central europeu. A união bancária inclui a supervisão única, centrada no Banco Central Europeu, já operacional no corrente ano. Mas a uma supervisão forte teria de corresponder um sistema de resolução também único e forte. O regime [de resolução bancária] centra no BCE a declaração da inviabilidade de um banco, liberta o processo de resolução de possíveis e prováveis interferências políticas dos Estados-Membros e acelera substancialmente a constituição da parte comum do fundo de resolução, quase 70% ao fim de três anos. O regime tornou-se mais europeu, mais credível e mais eficiente" .

Os bancos deixam de ser demasiado grandes para falir e  serão os accionista e depositantes a pagar. O poder político não pode fazer intervenções ao estilo das feitas no BPN e BCP. O risco das operações fraudulentas está agora todo do lado dos bancos e de quem se envolver. Os contribuintes estão defendidos. Uma decisão desta envergadura só é possível  e terá efeitos  envolvendo, como é o caso da UE, vários países e extensas economias. 

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