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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O Turismo foi (é) a galinha dos ovos de ouro

Não a matem. Preparemo-nos melhor para ela.

De volta ao século XXI, encontramos então um conjunto de “iluminados” que, em muitos casos, logo a partir do momento em que as nossas ruas se tornaram multilingues, os edifícios outrora em ruínas foram restaurados, as cidades, antes desertas de animação, se tornaram mais bonitas e mais cheias de vida, mais seguras até, que novos negócios floresceram, outros se readaptaram e o país regozijava-se com as receitas que os turistas cá deixavam, logo então, amaldiçoaram o turismo e todos quantos dele viviam e vivem.

Portugal não tinha turistas a mais. Tinha os turistas que nos queriam visitar, atraídos por este simpático cantinho da Europa, habitado por um povo que, na sua maioria, é naturalmente amável. E ainda bem. Todos, repito, TODOS, ganhámos com isso. Concretamente, receitas recorde de 18430,72 milhões de euros em 2019. Um contributo de 8,7% para o PIB nacional, mais da metade das exportações de serviços e quase 1/5 do total de exportações. E o que dizer dos 336800 empregos diretos? Quantas famílias não vivem (viviam) do turismo?!

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