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BandaLarga

as autoestradas da informação

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as autoestradas da informação

O que é que marca a diferença face às esquerdas ?

São os caminhos não são os objectivos e muito menos a natureza das pessoas . Entre o ser bom e o ser mau para os outros. Entre dois wisquies e um arroto e uma tirada sobre a justiça social.

Ser ministro há vários anos e a sua principal defesa é "não saber nada" não é de esquerda nem é de direita. É cobardia. Entre o roubo da "Raríssimas" e as mortes dos incêndios está o Estado e os seus serviços que não funcionam. Indigência, incompetência, entrar às nove e sair às cinco . Todos iguais todos medíocres.

"Onde a esquerda nos prepara para viver protegidos do mundo global e competitivo, nós ambicionamos vencer nesse mundo. Onde a esquerda receia a inovação e a mudança, nós aceitamo-las com abertura. Onde a esquerda desconfia da iniciativa, nós confiamos em quem quer subir na vida. Onde a esquerda limita a liberdade individual e empresarial, nós queremos alargar a liberdade de cada um escolher o seu projecto de vida. Onde a esquerda pede à Europa de Centeno que se resolva e que aprove mais regulação, nós exigimos à Europa que acabe com tanta regulação. Onde a esquerda olha para os serviços públicos como dogmas de funcionalismo público, nós queremos aperfeiçoá-los em benefício dos utentes. Onde a esquerda apregoa o igualitarismo e o facilitismo, nós pugnamos pela igualdade de oportunidades e pela exigência. Onde a esquerda descura a negociação de directivas, nós não queremos o Governo a importar mais burocracia. Onde a esquerda defende mais Estado, nós queremos um Estado mais justo.

O que nos diferencia das esquerdas é precisamente esta ideia de abertura à mudança, porque a grande questão do nosso tempo é precisamente esta: como reagimos à mudança? Com abertura ou com medo? A nossa aspiração deve ser a de um país aberto ao mundo, a de uma sociedade aberta ao novo, a de uma economia aberta à concorrência, na convicção de que só uma atitude de abertura nos permitirá vencer, crescer, num planeta mais competitivo e global. Não podemos ser espectadores receosos da mudança, temos de ser líderes nesse processo, processo que a Europa (de que Centeno será um rosto) tem vindo a perder para a América e a Ásia.