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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O imperativo nacional é não dar tiros no pé

BE diz que é um imperativo nacional renegociar a dívida e que o governo ao fechar-se a esta possibilidade nos está a envergonhar a todos. O PCP diz que é preciso preparar a saída do euro quando 74% dos portugueses quer permanecer na Zona Euro.

Teixeira dos Santos, ministro das finanças do anterior governo socialista diz, que quando o governo está em condições de pagar antecipadamente ao FMi, falar em negociar a dívida é um autêntico tiro no pé. Lá se iam as baixas taxas de juro que tantos sacrifícios nos custaram e os mercados passariam  a fazer pontaria a Portugal.

Quando BE e PCP se dizem alinhados com o Syriza e o Podemos é isto que pretendem. Se a Grécia cair não cairá sozinha, Portugal e se possível os outros países do sul da Europa, serão arrastados para as "manhãs que cantam".

Estes partidos não estão preocupados com Portugal, perseguem o "internacionalismo", a "frente comum" contra o Ocidente e as suas sociedades liberais, onde foi possível criar o "estado social", barreira que é preciso derrubar.

..."não é para discutir a dívida de um só país, como maldosamente se insinua, mas de todos. A dívida dos gregos, dos irlandeses, dos cipriotas, dos espanhóis, dos italianos, dos belgas e a nossa dívida, a dos portugueses.

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