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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O empobrecimento real é perto do zero...

Está aqui bem demonstrado. Afinal não seria possível manter a política do betão por mais tempo. Ninguém duvida disso. Não seria possível construir mais autoestradas, rotundas e habitações. Porque não, como bem mostram umas sem carros e outras sem pessoas. Terminar com a política do betão traria sempre empobrecimento. É o que aqui se demonstra : " Em 2007 o PIB português atingiu o seu máximo histórico: 164.660 milhões de euros (preços constantes de 2006). Em 2013 quedou-se pelos 153.609 milhões. Ou seja, menos 6,7%. É esse o balanço acumulado da crise e da austeridade.

Façamos agora um pequeno exercício, recorrendo ao último relatório do INE sobre o produto de 2013: retiremos o investimento em construção civil e obras públicas. Os números passam a ser 142.454 milhões (em 2007) e 141.828 (em 2013). Isto representa uma contracção de apenas 0,4%. Ou seja, quase nada. Isto significa que sem compressão do sector da construção quase não teria havido recuo do PIB. Acontece que a compressão deste sector era inevitável.

Medina Carreira e Vitor Bento dizem o mesmo aqui neste vídeo.

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