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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O despontar de uma democracia aberta, directa e participativa

Os exemplos são muitos e vão intensificar-se abrindo caminho às empresas start-ups e a mais emprego com evidentes vantagens para as cidades e os seus cidadãos.

Mas esta disrupção vai mais longe, já que constitui também um novo modo de interação e participação dos cidadãos na estratégia e gestão das cidades. Voltando à freguesia da Estrela, o GeoEstrela é a base para o EstrelaParticipa, uma versão 2.0 do orçamento participativo, em que os cidadãos usam a ferramenta de georreferenciação para apresentarem propostas de intervenção e melhoria na freguesia, e para comentar e votar nas propostas de outros. É o despontar de uma democracia muito mais direta, aberta e imediata, a que os cidadãos e os poderes públicos das cidades se terão de ajustar.

Este é apenas um exemplo do que está a acontecer hoje um pouco por todo o mundo. Cidadãos equipados com smartphones e sensores estão a revolucionar a forma como as cidades são pensadas e geridas. As iniciativas são inúmeras, crescentes, e cada vez mais diversas.

Só em sociedade abertas é que a sociedade civil pode participar de forma directa e participativa e não há nada que o possa impedir . O estado omnipresente e omnipotente dará lugar a um estado menos interventivo e mais próximo dos cidadãos. E permanentemente escrutinado.

E os círculos uninominais em que os cidadãos conhecem quem elegem, mais tarde ou mais cedo serão uma realidade, como já o são nas democracias mais experientes.

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