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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Neste combate a ideologia não conta para nada

Foi estabelecida uma cadeia de comando com a saúde pública a dirigir e a optimizar os meios que existem tanto públicos como privados. É sempre assim em tempos de guerra.

Mas ao mesmo tempo que os hospitais públicos estão nessa frente de combate, os privados investigam novas vacinas e desenvolvem novos medicamentos. Centenas de cientistas trabalham duramente com a experiência acumulada nas grandes farmacêuticas internacionais e com os milhões de dados guardados.

A partir dos medicamentos conhecidos e utilizados um supercomputador determinou as características terapêuticas e segurança de setenta e sete que estão a ser testados em voluntários infectados e também em voluntários saudáveis.

Há já dois medicamentos com reconhecidas provas dadas que apresentam promissores resultados. Um deles é um medicamento usado há mais de 70 anos no ataque à malária e um outro no combate à hipertensão.

A grande vantagem é que os cientistas estão já na fase dos testes em humanos e um deles ( hidroxicloroquina- malária) está a ser usado em Espanha e Itália curando doentes.

Os governos cada vez mais governam com medidas que se mostram capazes de resolver problemas e melhorar a qualidade de vida das pessoas de carne e osso, deixando para segundo plano a dicotomia esquerda/direita.

"Os investigadores juntaram a aplicação de lopinavir/ritonavir, usado para prevenir a SIDA, com uma proteína que ajuda as células a não serem infetadas, segundo avança o El País. O hospital Virgen del Rocío de Sevilha tem usado este medicamento e tem obtido bons resultados."

A ideologia não cura doentes .

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