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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Não só o Serviço Nacional de Saúde mas o Sistema Nacional de Saúde

Com um milhão de consultas , 100 mil exames e 60 mil cirurgias em atrazo o governo viu-se obrigado a fazer o que é racional. Olhar para o Sistema Nacional de Saúde e não só para o Serviço Nacional de Saúde.

"Desde o fim do período de confinamento, a Lusíadas Saúde tem vindo a atuar ativamente no apoio aos cidadãos portugueses contribuindo com a sua atividade diária, nos seus 13 hospitais e clínicas, para a diminuição das manifestas necessidades no âmbito da atividade assistencial e cirúrgica dos seus clientes tradicionais e da realização de mais de 1500 cirurgias ao abrigo do programa Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC) do Serviço Nacional de Saúde", conta agora a Lusíadas no comunicado enviado ao DN/Dinheiro Vivo.

Cai assim por terra o argumento de lógica economicista e objetivos de atingir lucro, que tem sido amplamente usado para rejeitar a intervenção dos privados, defendendo-se antes o avanço para a requisição civil. Esta ideia foi ainda ontem liminarmente recusada pela Hospitalização Privada como um "cenário sem sentido num contexto de emergência nacional e perante a incapacidade de resposta do SNS, em que os privados ajudarão no que for preciso", conforme explicou ao Expresso Óscar Gaspar (APHP).

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