Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

BandaLarga

as autoestradas da informação

BandaLarga

as autoestradas da informação

Não há progresso social sem desenvolvimento económico

O exemplo da AutoEuropa tem que ser seguido. Já sabemos há muito o que é preciso fazer.

As empresas integradoras, como a Autoeuropa, precisam da melhor logística para receberem de todo o mundo os componentes e os sistemas de que precisam e para exportarem para todo o mundo os seus produtos finais. Ora Portugal está no centro do Ocidente e das rotas marítimas do Atlântico, entre os dois maiores mercados mundiais, Europa e Estados Unidos. E, com a excepção da linha férrea para a Europa, temos tudo o que é preciso: Sines, espaço, baixos custos de mão de obra e de construção e todas as tecnologias necessárias: engenharia de produtos em CAD tridimensional, prototipagem, moldes e ferramentas, injecção de plásticos e de ligas metálicas leves, estampagem de metais, robótica e automação, embalagem de cartão, de madeira e de vidro, electrónica e boas escolas de engenharia e de centros de investigação, além de doutorados sem emprego.

O Primeiro Ministro japonês, Shinzo Abe, acaba de propor o seguinte: “Construir uma economia menos dependente de um país, a China, para que o país possa evitar melhor as interrupções da cadeia de suprimentos”. Não é preciso ser adivinho para prever que as grandes empresas europeias e norte americanas seguirão este exemplo e não sendo credível que façam todos os investimentos nos seus próprios países, não existe no Ocidente melhor localização do que Portugal para empresas industriais integradoras.