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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Não há maioria de esquerda sem o PCP

Este é o resultado das políticas do Bloco de Esquerda. Após Louçã o BE dedicou-se a uma deriva radical que foi fortalecendo o PCP e o reduziu à insignificância política. Como Jerónimo, que não perdoa, já atira à cara da Catarina e do Semedo. O BE tinha tudo para ser politicamente central se lançasse pontes de entendimento ao PS. Em vez disso entrou em competição com o PCP e no terreno deste. Com tudo para perder como se viu.

Com a entrada em cena de António Costa o BE faz contas à vida. É que Costa entra como faca em manteiga no que resta dos votantes do BE. Até porque todos já perceberam que a sua importância política é nula. E com o PCP não há coligação nenhuma. É o mais radical partido nacional como forma de sobreviver ao "abraço de urso" que uma coligação com o PS representaria. A lição do PC francês que desapareceu às mãos de Miterrand não se esquece. E o país agora está assim. Sem alternativas.