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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Morrer às mãos do Estado é próprio dos Estados totalitários

Sejam os estados de extrema esquerda ou extrema direita há muito que sabemos que o exercício do estado de Direito não existe. Os direitos e garantias da democracia liberal não são assegurados. Pois bem, sabemos agora que este é o Estado a que chegamos.

Os inspectores que assassinaram o pobre do cidadão ucraniano só o fizeram porque esperavam ( estavam habituados ? )  que a orgânica onde estavam inseridos lhes daria alguma forma de protecção. Podem ser assassínios mas não são atrasados mentais para matar deixando um rasto de provas sem refúgio e um cadáver que revela mais do que a maioria dos vivos.

Mas foi preciso passarem nove meses para que a Polícia Judiciária e a Medicina Forense fossem ouvidas. Ao nível do governo houve o mais vergonhoso silêncio na tentativa que o assunto morresse na espuma dos dias.

Nenhum de nós alguma vez pensou que o Estado que tudo pode, tudo quer e tudo tem chegasse a este estado entre nós. Porque tivemos 40 anos onde tal comportamento era normal. Porque somos uma democracia liberal com os poderes do Estado limitados com pesos e contrapesos que evitam prepotências e uso indevido da violência. Mas aconteceu e não por acaso agora com este governo.

Um governo que o PS encostou à extrema esquerda radical, marxista, leninista e trotkista. Onde a morte nestas circunstâncias é vulgar.

Como dizia Mário Soares é preciso não perdermos o direito à indignação.

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