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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Fala-se em confiança quando há falta dela

Há cada vez mais instituições a falar em confiança. Ou melhor na falta dela. Agora é a Católica que coloca em causa o crescimento que ela própria havia previsto (2%) . O orçamento aponta para 2,4%.

O cenário macroeconómico do PS, apresentado em Abril, apontava para que, fruto das suas medidas, o crescimento acelerasse para 2,4% em 2016, acima dos 2% previstos pelo anterior governo e dos 1,8% então estimados pela Comissão Europeia que, em Novembro último, baixou a sua previsão para 1,7%.

Se uma política orçamental expansionista poderia, em condições normais, ser favorável ao crescimento económico no curto prazo, o elevado nível de endividamento público pode dissipar este efeito caso a desconfiança dos investidores vier a aumentar os custos de financiamento da economia portuguesa", alertam os economistas da Católica. Ora o que se sabe, para já, é que a dívida pública vai crescer 11 mil milhões

O preço do petróleo e a almofada do BCE suavizam os perigos mas há óbvias dificuldades na preparação do orçamento com as pressões internas do PCP e do BE e as externas a começar por Bruxelas.

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