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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Fabricantes ingleses exigem acesso livre ao Mercado Único

Os fabricantes ingleses de automóveis avisaram o governo do Reino Unido que pagar mais 10% de taxas para acederem ao Mercado Europeu não é opção. Seria desastroso para a indústria inglesa.

Recorde-se que mais de metade dos veículos fabricados no Reino Unido, em 2015, tiveram como destino os mercados da UE. Sendo que a empresa de consultadoria PA Consulting previu já que, no caso de um chamado “Brexit duro” – ou seja, em que o Reino Unido deixe pura e simplesmente de fazer parte do Mercado Único -, o preço dos carros no Reino Unido acabe por aumentar, em média, 2.300 libras (cerca de 2.900 euros). Sem esquecer os prejuízos decorrentes da necessidade de transferir componentes entre as várias fábricas espalhadas pelo continente.

A tempestade na economia inglesa vai, provavelmente, ser mitigada com medidas que deixem o Reino Unido de fora mantendo-se dentro . Claro que as cedências serão recíprocas e o Brexit será mais formal que real. Para já limpam-se as armas antes da guerra que se adivinha nos corredores e gabinetes de Bruxelas.

A implementação do Brexit vai deixar à mostra as vantagens de pertencer à União Europeia . Que sirva de lição a quem por cá, numa economia minorca, exige a saída , no altar da ideologia comunista e neocomunista.

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