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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Emissão de dívida comum em euros

Não são "Eurobonds" nem "Euro-obrigações" mas ficam a meio caminho. Dívida emitida em euros centralmente .

Bruxelas avança ainda com a ideia de criar um instrumento "de emissão de dívida comum, que reforçaria a integração e a estabilidade financeira", emitido em euros, e com "importância suficiente que se tornasse a referência dos mercados financeiros europeus", favorecendo "a diversificação de ativos detidos pelos bancos, melhorando a liquidez".

Ativo Europeu sem Risco – ou ESA, a sigla em inglês para European Safe Asset. É uma forma de embrulhar a dívida dos países do euro mas que deixa em aberto a parte da divisão do risco e de uma possível mutualização. "Indo de um emissão comum total, a uma emissão comum parcial, fundada sobre a mutualização ou sem compromissos conjuntos", diz o documento de reflexão.

Para os próximos dois anos, a Comissão propõe que se pense na criação de títulos garantidos por obrigações soberanas para a zona euro, destinada sobretudo ao sector bancário. Mas aqui a questão da mutualização da dívida pura e simplesmente não se coloca.

Faltam ainda oito anos para 2025, mas Bruxelas avança já com um roteiro para completar a União Económica e Monetária (UEM). O documento de reflexão apresentado hoje não tem força de proposta legislativa mas pode dar o ponta pé de saída para uma discussão difícil, que tem merecido impulsos da parte de França, Espanha, Portugal e em certa medida também da Alemanha.

A União Europeia, tal como Merkel já anunciou publicamente, cercada externamente, reforça a coesão. Sempre foi assim e sempre será assim .

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