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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Em vez de mais impostos era bem melhor aumentar a riqueza produzida

A economia cresce poucochinho, caminhamos para continuarmos na cauda, os trabalhadores que trabalham não conseguem ter uma vida digna. Aumentar os impostos com o nível a que a carga fiscal já chegou não é solução.

O último aumento, nos salários dos funcionários públicos, desta dimensão, foi nos idos de 2009/2010. Pois, que rico e memorável ano. Em pleno devaneio orçamental do fantástico Governo Sócrates, que nos facilitou o embalo contra a parede da crise e posterior ajustamento seguindo as directrizes dos credores internacionais, que nos emprestaram o dinheiro, quando o mercado financeiro internacional de dívida pública se fechou para a República Portuguesa.

Para perceber um pouco melhor como Portugal está, sugiro a leitura do artigo do Professor Daniel Bessa este fim-de-semana no caderno de Economia do Expresso. O tal tempo de bonança, aparentemente de vacas gordas, não nos pode desligar da realidade e das ameaças que se acumulam no horizonte.

Claro que para compensar a ideia de aumentos salariais para os trabalhadores, vem o outro lado da moeda, nomeadamente, os pedidos do PCP de aumento de impostos como IMI ou de mais tributos para quem mais recebe. Claro, o remédio de sempre. Impostos e mais impostos. E este é problema deste país, pensar em tributar o mesmo bolo de sempre, sem lutar por aumentar o tamanho do bolo a distribuir por todos. A falta de estabilidade fiscal é cada vez mais um autocolante que não larga o país.