Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

BandaLarga

as autoestradas da informação

BandaLarga

as autoestradas da informação

Cuidados continuados em dificuldades

Não se ouve nada quanto à falta do apoio do governo ao Serviço Nacional de Saúde. Os fornecedores que não recebem os seus créditos têm medo de protestar não vá serem dispensados dos concursos. Mas em democracia há sempre quem não se cale.

É o caso das Misericórdias que prestam serviços de Cuidados continuados .

"Embora seja reconhecido o contributo da rede [de cuidados continuados] para a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde e a sua importância para a continuidade de cuidados junto da população, os atrasos nos pagamentos às Misericórdias estão a tornar insustentável a viabilidade do sistema como atualmente existe", disse Manuel de Lemos.

"Se não pagarem, não conseguimos pagar salários e manter a qualidade", sendo o desfecho mais provável o fecho de algumas unidades e o encaminhamento dos doentes para os hospitais públicos, o que vai "custar muito mais dinheiro" ao Estado.

Atualmente, cerca de 55% da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados são das Misericórdias, com 116 unidades que representam mais de 4.500 camas de norte a sul do país.

Imagem4.jpg