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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Como se arruína um país

Não podem dizer que não sabiam e que não viram porque isso seria uma enorme prova de incompetência ou mesmo de cumplicidade.

Quem durante mais de 10 anos atuou de forma politicamente inaceitável, defendendo Sócrates para além do limite, não se preocupando com a verdade, mas pelo contrário, não tendo pudor em atacar, ofender, insultar e prejudicar quem questionava qualquer episódio que envolvesse o “querido líder”, não pode agora vir simplesmente mostrar “vergonha”. Afinal não era tudo “calúnias, difamações e campanhas negras”.

Mas convém reforçar um aspeto: Muitos dos que agora se dizem “envergonhados” com Sócrates, no passado defenderam-no para além do razoável. Passo a explicar: pessoas como o ministro Augusto Santos Silva e o deputado João Galamba não podem vir agora fazer de vítimas (ou como lhes chamou o Alberto Gonçalves, de “lesados do Sócrates”). Não apenas porque politicamente foram coniventes. Porque foram muito mais do que isso. Durante anos participaram numa campanha de encobrimento de todas as suspeitas sobre Sócrates. Durante anos usaram o insulto e a arruaça para atacar aqueles que duvidavam da honestidade do “querido líder”.

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