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BandaLarga

as autoestradas da informação

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As urgências hospitalares são como os incêndios - morre gente por falta de meios

“Isto é como o problema dos incêndios quando se contrata bombeiros depois de o fogo estar extinto”. O enfermeiro refere-se à contratação de mais enfermeiros até final de março anunciada recentemente pelo primeiro-ministro, António Costa. “Claro que são necessários, mas quando chegarem já será tarde”. 

A causa é a mesma. Para cumprir as vitórias do século de que Costa tanto fala é preciso  cativar a despesa e empurrá-la com a barriga para o ano seguinte, assim degradando os serviços públicos. E como isto se passa na saúde e nos incêndios é bem claro que estamos a falar de mortes.

“onde a urgência está completamente cheia, há um défice ao nível do espaço e o número de profissionais não foi reforçado”. “Mesmo no controlo de infeção, as pessoas estão em cima umas das outras, não há um intervalo suficiente entre os utentes para evitar contágios”, diz o enfermeiro, sublinhando a ausência de um “planeamento e de serviços suplementares capazes de dar resposta à afluência registada nos últimos dias”.

E no verão sabe-se há muito que há incêndios e no inverno sabe-se há muito que há epidemias de doenças respiratórias . Mas para o governo e para o PCP e o BE é mais importante ganhar os votos das suas clientelas com reversões para as quais precisa de ir buscar dinheiro "onde ele está" como diz a deputada Mortágua.

E como esta solução governamental já fez três orçamentos é dificil aceitar que a culpa é do governo anterior.

 

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