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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A União Europeia solidária e o milagre das rosas

Há uma União Europeia com países ditos "frugais", com países "ricos" e com países "pobres" e, mesmo assim, encontram consensos onde prevalece a solidariedade.

Um acordo entre 27 membros só é possível se for do interesse de todos e de cada um. Esperar que países paguem as contas a outros países que não fazem o que devem não é esperar um acordo. É esperar o milagre das rosas.

A China ( de quem tantos dos inimigos da UE, esperam tanto) diz que " se queres ajudar um pobre não lhe dês um peixe, ensina-o a pescar " que é como quem diz , aprende a sair da pobreza com o teu trabalho não com o meu dinheiro.

Já sabemos por cá, há muito, que o "socialismo acaba quando acaba o dinheiro dos outros" e, é isso, que vemos agora no comportamento de António Costa. É talvez o único daqueles líderes que está de bem com tudo e com todos. É que sem dinheiro não tem alternativa . Qualquer acordo é sempre bom.

Embora abra o precedente da criação de um fundo baseado na emissão de dívida pela Comissão Europeia, também é verdade que a UE ficou aquém daquilo que a excepcionalidade desta conjuntura pandémica exige e muito aquém daquilo que defendiam Alemanha e França. O que é dado é sempre aquém, diz o PCP.

E, assim, iremos viver mais dez anos com o governo socialista e as esquerdas ( que tanto odeiam a UE) a dar um peixe "poucochinho" a cada um de nós e a enterrar o resto do dinheiro nas "paixões" súbitas, tipo TAP bandeira, Novo Banco, Novo Aeroporto, indústria do hidrogénio, ferrovia com bitola ibérica ( a mesma que se fala há 20 anos), TGV, Montepio e outras ainda não declaradas mas já devidamente preparadas e declaradas.

E, no fim, lá voltaremos à solidariedade europeia, mão atrás mão à frente, contra os maus dos "frugais" que não nos querem compreender. 

Olhos postos no milagre das rosas.