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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A tragédia de ter um míssil e não ter o resto

O que se pode ler é que a tragédia do avião comercial abatido foi um erro trágico de quem tem mísseis mas não tem nem competência nem tecnologia para o usar. Colocar um míssil nas mãos de um "separatista" à socapa e sem tempo para o instruir dá em tragédia. Porque um exército organizado com cadeia de comando estabelecida tem toda a competência e tecnologia para saber que tipo de avião voa a 10 000 metros de altitude. E, não havendo dúvidas quanto a essa capacidade, a pergunta que se coloca é : quem e o que se ganharia com o abate do avião? As dificuldades postas ao acesso ao local da queda dos restos do avião explicam o resto. E sabe-se quem controla o local.

E é também claro que o míssil veio da vizinha Rússia directamente interessada na guerra não declarada que se trava na Ucrânia. 

Calculo o que seria em páginas bombásticas e em títulos indignados se tais evidências apontassem para o Ocidente.

It seems

  • It seems plausible already to suggest that a regular army (whether Ukrainian or Russian) would usually have identified the radar image of a civilian airliner flying at 33,000 feet, while a group made up solely of local militants (even ones with military experience) would not ordinarily have had the technology and skill to launch such an attack without outside help. It is precisely the ambiguous mixtures created by Mr. Putin’s völkisch version of the “responsibility to protect” that produce such disastrous possibilities. He subverts and calls into question the authority of the government of a sovereign territory, and then blames it for the result.
  • na revista Time, Robert Goyer, director da revista especializada Flying, explica como é que processará a investigação e não duvida de que esta encontrará pistas concludentes: “once they find the chemical signature of the device, they will be able to tell with great certainty what kind of explosive caused the damage and very likely where that charge was manufactured and by whom.” A The Economist argumenta que a evidência já conhecida deixa pouco lugar para dúvidas: “It all suggests a tragic mistake made by reckless incompetents who may or may not have been receiving direct help from Russian handlers, who may or may not have been operating with official approval”.

 

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