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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A rapina do povo angolano que os progressistas portugueses sempre apoiaram

Nos tempos da descolonização dos territórios africanos os partidos da esquerda portuguesa não admitiram sequer a discussão democrática. A solução era a entrega pura e simples ao MPLA, movimento comunista que defendia e representava o povo angolano, segundo o jargão progressista então em uso.

Para as meninas progressistas de então, José Eduardo dos Santos era um patriota e um estadista, culto, comunista, africanista e um homem lindo. Razões mais que suficientes para lhe ser entregue sem escrutínio democrático do povo angolano e dos países democráticos, o poder.

Trinta e oito anos depois assistimos incrédulos à rapina a que José Eduardo dos Santos sujeitou todo um povo que, apesar das imensas riquezas existentes no seu país, é um dos povos mais miseráveis do mundo. Este é mais um exemplo do que acontece quando o estado controla a nação e não é a nação que controla os governantes.

Milhões de crianças, mulheres e homens morreram nestes trinta e oito anos por não beneficiarem dos mais elementares serviços básicos que qualquer Estado decente há muito providencia à população.

Os progressistas deviam meter a mão na consciência e, pelo menos, envergonharem-se e retratarem-se. Sim, tudo começou em Portugal, num período conturbado da nossa história que o partido comunista aproveitou para entregar de mão beijada o ouro ao bandido.

E o PCP nunca se esquece de anunciar o seu apoio total aos camaradas angolanos.

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