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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A praxe imbecil termina quando as autoridades deixarem de ser cúmplices

A praxe assenta numa hierarquia de veterania e na prepotência. Quanto mais matrículas se tem mais importância na escala. O que implica que são sempre os mais velhos a impor-se e a coagir os mais novos. Bastaria, para cortar esta dependência escabrosa, que não fosse aceite mais que duas matriculas. Na pública e na privada. Os pais pagam? Sim, mas os filhos estão a tirar o lugar a outros e, pior, usam a burrice para humilhar colegas.

Os argumentos usados no programa Prós e Contras pelos que defendem a praxe são de uma grande pobreza. A praxe vai acabar mais tarde ou mais cedo. Mas é preciso acelerar o processo. Dentro das instalações da universidade os órgãos directivos têm que exercer a sua autoridade, punindo até à expulsão se for caso disso. Fora das instalações é necessário accionar o previsto na lei. Quem atenta contra os direitos dos outros, física ou psicologicamente , deve ser chamado a responder judicialmente.

Mesmo com o consentimento da vítima é crime o exercício da violência. Um exemplo ou dois de aplicação de sansões tirava o gás todo a estes prepotentes ridículos e ajudava os mais novos a perceber o que é auto estima e dignidade. O programa mostrou que a praxe não é senão uma actividade que existe porque as autoridades académicas e judiciais são cúmplices pela inacção.