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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A maioria das mortes acontece por falta de ventiladores

O jovem português a estudar nos Estados Unidos apercebeu-se do problema e tocou a rebate. De um dia para o outro mais de 500 pessoas entre médicos e engenheiros juntaram-se e iniciaram a investigação para a produção daqueles equipamentos

“Comecei a aperceber-me que a maioria das mortes acontecia por falta desse material”, sublinha o estudante, que ficou particularmente impressionado com o caso de Itália. Naquele país, onde mais de mil pessoas já morreram infetadas com este tipo de coronavírus, o relato das equipas médicas tem sido impressionante: “A ventilação não-invasiva é apenas uma fase passageira. Como, infelizmente, há uma desproporção entre os recursos hospitalares, as camas de cuidados intensivos e as pessoas criticamente doentes, nem todos são entubados”, relatou ao Corriere della Sera um médico anestesiologista em Bérgamo.

Um médico espanhol, por exemplo, fez adaptações num ventilador para dar para mais pacientes, algo que tinha sido debatido no grupo de engenharia de hardware médica”, afirma. Outro resultado está no contacto que já tiveram com um jornal de pesquisa médica dinamarquês, com interesse em possivelmente “extrapolar uma das matérias que estava a ser discutida num dos canais” no âmbito da investigação científica.