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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A factura com os professores é incomportável

A despesa com os professores é como uma bola de neve. Não para de crescer.

Hoje são só mais uns milhões. Amanhã outros milhões serão. O problema é que estes sistemas são uma autêntica “bola de neve” de despesa, sempre a somar ou a multiplicar ao patamar anterior e, quando se dá por isso, a factura anual do acréscimo já vai em centenas ou milhares de milhões de euros. E estas são daquelas despesas que não estão nem podem estar, como é óbvio, sujeitas a cativações e à decisão discricionária do ministro das Finanças durante a execução de cada Orçamento do Estado.

Quando se fala da rigidez da despesa pública e de como é difícil reduzi-la ou mesmo contê-la também estamos a falar dos compromissos assumidos com as várias classes profissionais da função pública. Se o Estado não despede, não abre programas de rescisões amigáveis e se garante progressões automáticas em carreiras muitas vezes de forma irresponsável, é evidente que estas despesas vão crescer também de forma automática e também elas de forma irresponsável.