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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A esperada ruptura com Bruxelas por parte do BE

O BE prepara o seu congresso e as propostas de alternativa que são conhecidas apontam para o que sempre foi evidente. A ruptura com as políticas de Bruxelas.

Com os olhos postos na Grécia, e com a óbvia cedência em toda a linha do Siryza, o BE força a pressão sobre o seu parceiro de coligação o PS ao mesmo tempo que se afasta do PC.

Contudo, o partido liderado por Catarina Martins vai mais longe ao sublinhar que "o desenlace do caso grego e a pressão para a entrega da banca portuguesa aos gigantes europeus" demonstram que é preciso estar preparado para tudo. Ou, sendo fiel ao texto, "que uma esquerda comprometida com a desobediência à austeridade e com a desvinculação do Tratado Orçamental tem de estar mandatada e preparada para a restauração de todas as opções soberanas essenciais ao respeito pela democracia do país".

Como António Costa sempre soube vai ter que escolher entre a UE e os seus parceiros internos e a situação das contas públicas e a sua mais que provável evolução negativa já posiciona os partidos .Se alguém tivesse dúvidas que vem aí mais austeridade a proposta do BE é transparente. Não aceita mais medidas de consolidação das contas nacionais .

Bloquistas dizem que "só é possível" salvar o Estado Social, relançar investimento e criar emprego, "rejeitando a chantagem da dívida". Ora a chantagem para os bloquistas é pagar a dívida. E a posição do BE é tão mais preocupante quando o próprio Banco de Portugal afirma que a austeridade terminou em 2015

Mas as exigências do Bloco ao PS são para cumprir sob pena de a maioria que sustenta o Governo não sobreviver

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