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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A economia do biscate

As novas formas de trabalho vieram para ficar . A "Uberização" projecta um século XXl sem contratos de trabalho lamentam-se os que estão contra. 

Não encontramos nenhuma prova de que estas plataformas são usadas extensivamente por pessoas em dificuldade, exultam os que estão a favor. Muitas destas pessoas estão a usar estas plataformas em seu benefício, para ter um rendimento suplementar. Em muitos casos é um complemento de um trabalho tradicional . Há uma tendência para criar mais oportunidades.

Ao contrário do que se pensa as empresas como a Uber estão muito longe de serem as prncipais players desta "economia do biscate". Os maiores responsáveis são sectores tradicionais que ofereciam emprego estável - educação, saúde e administração.

É claro que aos colectivistas e estatistas esta economia baseada no livre emprego e na livre iniciativa não lhes interessa, como se viu na recente manifestação dos taxistas surfada pelo PCP. O que lhes interessa é aquilo a que eles chamam emprego com direitos adquiridos, devidamente encurralado nos sindicatos e partidos políticos.

Mas não há nada que pare a economia do futuro assente na liberdade e iniciativa individuais.

 

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