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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A dívida está de volta é com ela que o país cai nas mãos dos credores

Os erros são os mesmos e os resultados serão os mesmos se não se parar com o processo a tempo. Os últimos dados do Banco de Portugal não enganam.

Apesar da austeridade de “cortes-cativações” no Estado, apesar do crescimento muito dinâmico da economia, apesar da extraordinária redução do desemprego e, ainda mais importante, da criação de emprego, o endividamento continua a aumentar. O maior alerta vem do lado das famílias.

Depende do que for o crescimento da economia nos anos que se seguem. É um bom começo, mas se não começarmos a amortizar seriamente a dívida estamos nas mãos do destino, da próxima crise que é sempre certa.

O panorama é menos animador nas famílias. A confiança regressou e com ela o endividamento. Os empréstimos concedidos às famílias para consumo e outros fins estão com uma taxa de crescimento anual de 5%. O que significa que está a crescer bastante acima do rendimento disponível.

Crédito à habitação em máximo de sete anos. Crédito ao consumo mais alto do que em 2010, antes da troika. Deco alerta para risco de famílias e Banca estarem a repetir erros.

 

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