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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Sondagem - Coligação 7 pontos à frente

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Esta sondagem é da Católica e é a primeira que a RTP vai apresentar diariamente . Claro que os resultados diários e a sua tendência é que darão indicações preciosas sobre as intenções dos eleitores mas, para já, temos a Coligação com 7 pontos à frente do PS. 41% para a coligação. 34% para o PS. Sete pontos separam a coligação Portugal à Frente (PSD/CDS-PP) dos socialistas na primeira sondagem diária da RTP, da responsabilidade da Universidade Católica. A outra surpresa deste estudo sobre as intenções de voto dos portugueses é o resultado do Bloco de Esquerda, que aparece como terceira força política, com 8%, enquanto CDU apenas soma 7%. O estudo revela ainda, contudo, uma enorme percentagem de indecisos: 32%.

A sondagem da Católica para a RTP faz ainda uma redistribuição de votos já incluindo os indecisos, as respostas dos inquiridos dão 25% à Coligação, 17% ao PS e 4% para Bloco e CDU. A sondagem envolveu 647 inquéritos e a margem de erro é muito alta: 3,9%.

A sondagem divulgada hoje pela televisão pública é a primeira de uma série que a RTP vai divulgar diariamente até ao final da campanha. O objectivo da série  (tracking poll) é de observar as tendências de subida e descida de cada partido e a tendência dos indecisos,mais do que a medição da percentagem de intenções de voto de cada um.

 

Na RTP a média dos salários é o dobro da média nacional

Ganham em média 2 300 euros por trabalhador quando a média nacional é de 1 100 euros. E 98% dos trabalhadores ganham acima dos 1 000 euros. E têm progressão automática na carreira e um suplemento de reforma. Esta situação é aceitável, segundo a opinião do presidente do Conselho de Administração.

Cristina Vaz Tomé, administradora com o pelouro financeiro detalhou ainda que nas conversações que têm mantido com os sindicatos estão em cima da mesa temas como a progressão de carreiras e sobre o suplemento de reformas.

"A empresa gostaria que fosse implementando um sistema de avaliação", eliminando, por exemplo a cláusula de progressão automática. "Estamos tentar chegar a um equilíbrio", acrescentou.

"Reatámos as negociações, e realizámos diálogos individuais com vários sindicatos. As conversas que tivemos foram para pedir um bocadinho de sensibilidade", explicou Cristina Vaz Tomé. 

É preciso sensibilizar os sindicatos numa empresa pública que ainda terá de mostrar que é necessária e que, cumpre o serviço público, para além de oferecer condições mais favoráveis . E sabemos todos a luta que se travou para se conseguir que a RTP seja agora bem mais leve para o Orçamento de Estado.

 

 

Habeas Corpus aceite na RTP

A administração da RTP aprisionada entre um Conselho Geral Independente que não é conselho nem é independente, bem pelo contrário, é composto por uns senhores muito importantes que, supostamente, sabem o que é serviço público de televisão e, as organizações de trabalhadores que, supostamente, nos deviam oferecer um serviço público de televisão, lá conseguiu libertar-se. O dinheiro nunca chega e é o único culpado. A Comissão de Trabalhadores, vai cilindrando, um após outro, os conselhos de administração que por lá passam. E sobrevive a todos os governos. As taxas e taxinhas que consegue sacar ao estado dão de comer a muita gente bem apessoada e pouco preocupada.  O Conselho queixa-se que “o Plano Estratégico do Conselho de Administração revela insuficiência que o fere de qualquer eficácia”, que se manifesta – diz o CGI – “na débil natureza qualitativa e na ausência de especificação das suas propostas”.

Mas não foi sempre assim?

Na RTP aos nossos impostos chamam-lhe "subfinanciamento"

Meus caros trabalhadores da RTP, quando o dinheiro é dos outros achamos sempre que é pouco, não chega. Subfinanciamento? Em relação a quê? À multidão que aí trabalha e que levou o Presidente da empresa a dizer que "na RTP há pessoas que não fazem puto"? Ou o subfinanciamento é relativo às audiências? Já repararam que todas as empresas públicas, ou quase todas, se queixam que são subfinanciadas? Enquanto nas empresas privadas onde o financiamento é assegurado pela facturação,  não há queixas, há trabalho?

Façam uma proposta e fiquem com a empresa. Em concorrência aberta e leal com os outros canais, sem financiamento do orçamento do estado. Perdem em tranquilidade mas crescem em auto-estima. Afinal, não estão vocês convencidos que terão de fazer frente a um despedimento colectivo?

Quando Sócrates entra sai a decência

Técnico de vendas de automóveis, chama-lhe o empresário socialista Henrique Neto. Quando Sócrates entra sai a decência como mais uma vez se está a ver com a "narrativa" na RTP. E não começou agora com JRS. Começou logo no inicio( passe a redundância) quando indicou "a mão atrás do arbusto" que seria Cavaco Silva. Semana após semana, não fez um único comentário político, não, faz a defesa  "a outrance" ( francês da Sobornne) das medidas que tomou no seu governo. Todos estavam errados e erraram menos ele. "O país não estava quase em bancarrota, os mercados é que não nos emprestavam mais dinheiro ". Querem melhor que isto?«Não tenho nada contra José Sócrates. Se ele se limitasse a ser um vendedor de automóveis. Mas ele é primeiro-ministro e está a dar cabo do meu país. Não é o único, mas é o mais importante de todos», considera Henrique Neto.

Há gente na RTP que não faz puto

O Presidente da RTP, Alberto da Ponte, diz que há gente na RTP que trabalha doze horas por dia mas há quem não faça nada. Apesar de já terem saído cerca de 200 pessoas . Aquilo que me preocupa na RTP é que continuo a ver o trigo e o joio. Continuo a ver na RTP profissionais que trabalham 13 a 14 horas por dia e continua a ver na RTP profissionais que não trabalham puto", disse Alberto da Ponte. "E isso é uma situação que tem de ser corrigida e vai ser corrigida através de uma avaliação que vai ser feita", disse o presidente da RTP.


 

Vamos pagar mais pela RTP.

Este tipo que tem o dossier da RTP é um maduro do "camandro". Começou por querer fechar aquele sorvedouro mas agora já está a aumentar os canais e as taxas. Isto sim, é governar!

A contribuição para o audiovisual (CAV) para financiar a RTP vai subir para dos actuais 2,25 euros para 2,65 euros mais IVA, ou seja, 2,81 euros mensais, cobrados na factura da electricidade. É um aumento de 18%.

Esta é a nossa cruz. Ninguém quer ou ninguém tem coragem de cortar nestes serviços que, de públicos, só tem os altos salários.

A redução da RTP . Mais quatro canais e mais duas comissões

Eu, valha-me Deus, já vi tantas empresas públicas cheias de dívidas e de prejuízos que jurei a mim mesmo que só nos casos em "que tem mesmo que ser" é que me comovia. A última foi a RTP. Diziam-me, pessoas que não pensam como eu mas que me são gratas, que a RTP era um instrumento fundamental da democracia da soberania e da Portugalidade. E, que, a RTP podia bem viver com metade do orçamento, depois de analisada e se cortarem adiposidades bem conhecidas. Viver da taxa audiovisual e das receitas de publicidade não parecia mal. Passar de 400 milhões de euros para 200 milhões enfim, era um esforço meritório. Eu lembrava que 400 milhões de Euros é o custo da exploração de um hospital de 200 camas em três anos. Num país onde há tanta gente à espera de uma operação...

Primeiro apareceram uns senhores muito importantes a jurarem que era um crime de lesa pátria. Depois os que recebem salários milionários também deixaram que os azeites viessem à superfície. A seguir a Comissão de trabalhadores. Todos a exigir...

E, de repente, estamos nisto. Da possível privatização fomos recuando e já vamos na criação de empresas e de novos canais. Vão caber todos e nós pagamos!