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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Não é mais que uma azelhice política

Marques Mendes e Campos e Cunha, embora criticando a ministra das finanças nem de perto nem de longe alinham pelo tremendismo da demissão.

Quanto à polémica dos swaps, Campos e Cunha é da opinião que deve ter-se em conta que "foram contratados fundamentalmente durante o Governo anterior e são esses gestores das empresas públicas e alguns responsáveis políticos os primeiros responsáveis". Mas, alerta, que esses instrumentos financeiros "em si mesmo, não são necessariamente maus pois os swaps são necessários e importantes para a gestão das finanças empresariais".

Campos e Cunha como se sabe foi o ministro das finanças de Sócrates que abandonou a nave dos loucos três meses depois de tomar posse. Adivinhou os resultados da política financeira para onde o empurravam.

E quando o ministro das finanças pediu a demissão ao fim de três meses?

Foi o Prof. Luis Campos e Cunha no governo de Sócrates. Alertado para a política económica e financeira que o primeiro ministro queria implementar, preferiu sair a alimentar uma política que, como se viu rapidamente, levou o país à bancarrota. Nessa altura a demissão não teve o mesmo eco porque o país caminhava para o desastre mas era possível ainda esconde-lo. Agora sabemos no mesmo dia quanto as nossas empresas perdem na bolsa e quanto as taxas de juro da dívida aumentam. E a inquietação é maior.

No essencial a questão é a mesma só que agora contamos os tostões. Mas é bom que não se esqueça para não alimentar a demagogia!

Portugal e a Irlanda acertaram a estratégia há um ano

Quem o diz é o Ministro das Finanças da Irlanda. Estas coisas, no plano internacional, não são simples, obrigam a trabalho, disciplina e mérito. Para consumo interno é que se dá a ideia que as coisas são como...construir autoestradas até se acabar o dinheiro."

Noonan acrescentou que o pedido da véspera se prendeu com os empréstimos concedidos ao abrigo do Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF) -- dos 17 membros da zona euro -, mas que Portugal e Irlanda solicitaram também a extensão dos prazos para os empréstimos do Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira (o dos 27), o que foi feito hoje, de novo pelo ministro português, já que o irlandês presidia à reunião.

"Ele (Vítor Gaspar) falou outra vez hoje, falou em nome da Irlanda", e ficou acertado que técnicos da Comissão Europeia vão desde já começar a trabalhar nos "detalhes" das possíveis modalidades de extensão das maturidades dos empréstimos, que o ministro considerou serem necessariamente "vantajosas" para os dois países e facilitará as condições para o seu regresso aos mercados, este ano.

Como se vê nada por acaso, tudo por trabalho intenso, inteligente e meritório!