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BandaLarga

as autoestradas da informação

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As exportações não estão a crescer em relação a 2015

O consumo interno não cresce o suficiente e as exportações não estão a crescer em relação a 2015. Então como querem que a economia cresça ? E que se criem novos postos de trabalho ?

As importações cresceram mais que as exportações em 2016, a poupança não existe e o crédito bancário ao consumo volta a crescer. Tal como em plena crise. Esperamos resultados diferentes porquê ?

As exportações subiram 7,6% em Novembro de 2016 em relação ao mês homólogo. Mas quando se olha para o acumulado do ano é possível ver que as exportações não estão a crescer. Só Dezembro pode mudar esta tendência.

Isto apesar de a economia estar a crescer fortemente na Zona Euro. Estamos a perder o comboio do progresso mais uma vez ? Os outros países com "os constrangimentos e a chantagem" do Tratado Orçamental crescem , pagam menos juros e carregam menos dívida .

Há mesmo mais vida para lá do  défice ? Começo a temer que não. Burro é quem repete a mesma receita e espera resultados diferentes.

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As razões para o resgate já estão aí todas

A entrar em 2017 sem aprender nada com 2010. Os portugueses começaram a alargar o cinto. O consumo está a crescer à custa do crédito bancário pessoal . Crédito para compra da habitação, de automóveis já colocaram as compras ao nível de 2010. Em contrapartida, os indicadores de actividade económica e de clima económico que traduz a confiança dos empresários, estão a degradar-se.

Este novo aumento da procura está novamente a fazer-se à custa das importações . E os desequilíbrios daí resultantes levaram-nos ao pedido de ajuda internacional.

Não há ninguém ao nível do Ministério das Finanças ou do banco de Portugal que alerte quem de direito para este estado de coisas e que implemente medidas ao nível fiscal ou bancário que travem o excesso de consumo que está de regresso e em força ?

Com uma previsível subida das taxas de juro e o eventual fim da compra de títulos da dívida pública por parte do BCE vamos ter problemas sérios em 2017 - o que quer dizer que não aprendemos nada em 2010 .

PS : com Nicolau Santos -Expresso

A treta da Catarina Martins está a safar-nos

São as exportações que estão a crescer mais do que as importações e por isso o saldo externo está bem melhor. Não quer dizer que indique só coisas boas. Por exemplo, se o investimento arrancasse as importações de máquinas fariam crescer as importações o que seria uma benesse. Mas não é o que está a acontecer.

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“A reposição de poder de compra é uma política de substituição do investimento pelo consumo”, acrescenta Augusto Mateus, ex-ministro da Economia do governo de António Guterres. “Uma política de sacrifício do investimento é mais austera do que de sacrifício do consumo”, garante, deixando o aviso: “Os défices parecem estar controlados, mas estão a gerar problemas duradouros na medida em que comprometem o PIB potencial“.

Aliás, para o ex-ministro “a reposição de rendimentos deveria ser feita na sequência de ganhos no investimento. Caso contrário, os seus efeitos são muito modestos do ponto de vista do crescimento, não colocando o consumo a crescer 4% ou 5%”, explica.

Sem investimento não vamos lá.

Segundo a S&P continuamos no "lixo"

As exportações reduzem, as importações aumentam, o emprego não cresce e não há investimento. Para acabar em beleza o crescimento da economia vai ficar-se pelos 1,4% abaixo dos 1,5% de 2015. Estamos fritos.

Depois das negociações com a Comissão Europeia, o Governo comprometeu-se no Eurogrupo a apresentar um plano B de medidas de consolidação orçamental para aplicar caso seja necessário. O Executivo ainda não revelou que medidas constam desse plano B.

A S&P é a segunda agência no espaço de alguns dias que atualizou a notação de risco da dívida pública portuguesa. No dia 4 de março, a Fitch Ratings decidiu retirar o outlook positivo que tinha para a dívida portuguesa, mantendo o rating, também, em BB+. A agência de notação de crédito disse, na altura, que temia uma “rutura” da coligação governativa em 2016 ou nas negociações para o Orçamento do Estado para 2017.

O PCP tira o tapete ao primeiro pretexto.

Portugal livre de petróleo

As pás das ventoinhas que geram energia com o vento, estragam a paisagem e o barulho que fazem ferem os ouvidos dos cidadãos. As barragens submergem a paisagem virgem e são um atentado à vida selvagem. Os painéis para energia solar cobrem vastas áreas de terreno . A exploração de gás e petróleo dá cabo do turismo e da biodiversidade. E queremos um país livre do nuclear sem centrais nucleares.

Mas todos querem gozar as vantagens que a energia oferece cuja importação nos custa entre  dois mil e quinhentos milhões e três mil milhões conforme o preço nos mercados internacionais.

Os outros que fiquem com os prejuízos ambientais que alguém terá que pagar. Não queremos nós que os credores nos paguem metade da dívida ? Então, já agora...

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As pessoas estão primeiro

O quadro das contas nacionais publicado pelo Banco de Portugal mostra que as pessoas estão primeiro . O único item preocupante, o das importações, é devido ao consumo dos medicamentos inovadores para tratamento da Hepatite C. Esta importação, em Abril, tem um peso significativo devido ao preço excepcionalmente alto do medicamento mas que , já permitiu curar 207 doentes que de outra forma teriam desenvolvido cancro hepático fatal .

Em Fevereiro, o Governo chegou a acordo com a empresa farmacêutica fornecedora de dois medicamentos inovadores para o tratamento da hepatite, que permitiram tratar cerca de 13 mil doentes. No final de Setembro, 107 doentes já tinham sido dados como curados.    

Não está nada mal para quem é acusado de estar a destruir o Serviço Nacional de Saúde . A verdade é que os índices da saúde em Portugal estão entre os melhores a nível mundial e, esta verdade, só é possível por quem coloca em primeiro lugar as pessoas .

Os extremistas que passam a vida a destruir mas que não conseguem apresentar, nem de perto nem de longe, soluções credíveis, vendem sempre um país onde campeia a miséria e a desolação. As recentes eleições mais uma vez mostraram que o povo não compra amanhãs que cantam e não deita borda fora o menino com a água do banho

Exportações em máximos e importações a descer

Este é mesmo o melhor de dois mundos. Convém não estragar porque se trata de um resultado que Portugal nunca teve.

O mérito é das empresas que tiveram capacidade para mudar a agulha e reorientarem-se para os mercados externos. E o governo tem feito um enorme esforço em facilitar, ajudar e contactar ao mais alto nível as entidades desses países compradores.

No inicio da crise tínhamos 15 000 empresas exportadoras agora temos 23 000. É este esforço e esta orientação que são necessários não podemos voltar ao consumo interno e à obra pública que é o que o PS propõe ainda por cima com dinheiro que pertence à Segurança Social .

Estes são os resultados apenas de Julho. Se olharmos para o trimestre terminado nesse mês (Maio a Julho), observa-se o crescimento de 6% das exportações e de 3,8% das importações em comparação com o mesmo período do ano passado. Como consequência, o défice da balança comercial diminuiu 175,4 milhões de euros, tendo-se fixado nos 2.597,1 milhões de euros, com uma taxa de cobertura de 83,9%.

E as exportações que há quatro anos andavam nos 24% do PIB estão agora nos 44% do PIB.

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Exportações continuam a crescer substancialmente

Em Junho as exportações cresceram 9,% em comparação com o mesmo mês de 2014. Muito mais do que as importações que aumentaram apenas 4,5%. Isto apesar das exportações para Angola terem afundado 25%.

Em Junho, as empresas portuguesas voltaram a ver as suas vendas ao exterior crescer substancialmente, avançando 9%. Por trás desta variação está o comércio para outros países da União Europeia, com destaque para as vendas de carros e plásticos e borrachas. As exportações para a UE cresceram 9,7%, para fora da UE subiram 7,1%.

Este resultado é positivo não só pela dimensão do crescimento, mas também porque ultrapassou largamente a variação das importações que, até agora, vinha registando valores superiores às exportações.

Estamos a importar bens de consumo ou de investimento ?

As exportações cresceram 9,7%, um crescimento robusto apesar da quebra com Angola. Mas as importações cresceram mais (16%). É preciso saber se as importações são bens de consumo ou bens para serem transformados e mais tarde exportados.

Depois de um Março já muito positivo para a venda de bens, Abril trouxe um novo crescimento substancial das exportações, com uma variação homóloga de 9,7%. Contudo, tal como no mês anterior, as importações também aumentaram a dois dígitos e observou-se até uma degradação do défice da balança comercial, de acordo com os dados divulgados esta terça-feira pelo INE.

Se são bens de consumo então a capacidade de compra dos portugueses não está assim tão necessitada de ser reforçada . Aliás, o crédito bancário ao consumo das famílias já está bem mais facilitado bem como o financiamento às empresas.

Aqui está uma questão muito importante para seguir com atenção. O mais certo é que o corte das pensões se possa fazer nas pensões mais elevadas (acima de 2 000 euros) e não seja necessário reduzir a TZU e, dessa forma, abrir um buraco de  todo o tamanho na receita da Segurança Social.

As exportações batem recordes

Era o ouro das famílias agora são os combustíveis e lubrificantes. Não vale, não contam. As importações descem. O saldo comercial melhora. Tudo isto são mentiras do INE ou manipulações.

Em termos mensais, as exportações portuguesas de bens cresceram 10,9% em termos homólogos, o que corresponde ao crescimento mais célere desde Abril de 2013, de acordo com os dados do Instituto. Em valor as exportações atingiram 4.382 milhões de euros, o valor mais elevado desde Outubro de 2014.

A contribuir para esta leitura esteve o comércio com os países da União Europeia mas também com os países fora desta região, num período em que as vendas para a UE aumentaram 10,8% e para fora da UE cresceram 11%.

Contas feitas as importações recuaram 1,4% no primeiro trimestre, já que o crescimento de 10% em Março foi insuficiente para compensar a forte quebra dos dois primeiros meses de 2015.