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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O ministro Tiago é acusado de se ter apropriado indevidamente de uma bolsa do estado

Que um governo obrigue os alunos a frequentar escolas que rejeitam é algo de inaceitável e é também uma humilhação para essas escolas. Só à porrada é que conseguem ter alunos. Há gente que acha que isto é estimável.

Quando esses alunos ( os que se vergarem) começarem a ter maus resultados logo aparecerá uma qualquer desculpa e um ou mais culpados. Mas nunca o estado e os neo-comunistas.

Entretanto o ministro da Educação é acusado por um seu ex-orientador de doutoramento de se ter apropriado ilegalmente de uma bolsa atribuída pelo estado ( por quem havia de ser) . Estas figurinhas sempre tão preocupadas com os dinheiros públicos...

 

 

Pensa-se em tudo menos no bem-estar dos alunos

A discussão à volta dos contratos de associação mostra que o interesse dos alunos não está no centro das preocupações do sistema de ensino. Discute-se o custo, a propriedade das escolas mas não a sua qualidade, que é o que verdadeiramente interessa aos alunos.

Há muito que defendo que para os alunos e suas famílias não há escolas públicas e escolas privadas, há escolas boas e más. Seja no público seja no privado. Há que fechar as más escolas seja no público seja no privado. Só assim se protegem os alunos.

O presente sistema dá este resultado que não me canso de escrever : boas escolas privadas cheias de alunos ricos; boas escolas públicas cheias de alunos remediaddos; más escolas públicas cheias de alunos pobres sem qualquer oportunidade de chegarem a uma boa escola. E não se diga que é preciso investir na escola pública para resolver este problema. Não é, aqui no meu bairro, as más escolas já eram más quando para aqui vim há quarenta anos.

No curto prazo, que se resolva a situação dos contratos de associação com a devida moderação: em caso de duplicação de oferta entre uma escola pública do Estado e um contrato de associação, que se evitem as precipitações e se preserve a escola que melhor responde às necessidades dos alunos – seja esta estatal ou privada. E, no longo prazo, que se procure discutir como introduzir liberdade de escolha no sistema educativo, ao serviço dos alunos, em particular dos alunos mais desfavorecidos e em risco de insucesso escolar. Porque esses precisam mesmo de liberdade para escolher: ao contrário de outros que podem pagar, sem o apoio do Estado esses alunos não poderão optar por uma escola ou projecto educativo que melhor responda às suas necessidades. Estão, por fatalismo da sua condição social, excluídos das oportunidades que outros têm. E essa injustiça tem de acabar.

O Estado devia perceber porque estão as escolas privadas cheias

Antes de tomar decisões que podem prejudicar os alunos o Estado devia perceber porque estão as escolas privadas em associação cheias. E porque entre duas escolas - uma pública e outra privada- as famílias escolhem a privada. Esta é a única obrigação do estado. Assegurar um serviço de ensino universal e gratuito de qualidade.

Na actual situação o que temos são bons colégios privados cheios de alunos filhos de famílias abastadas; boas escolas públicas cheias de alunos filhos de famílias que vivem bem; más escolas públicas cheias de alunos filhos de famílias pobres. E o pior é que estes últimos não têm oportunidade de frequentar uma boa escola.

O Governo devia tentar perceber porque é que há escolas com contrato de associação cheias e escolas estatais vazias. Como não quer reconhecer concorrência e qualidade, como não quer respeitar os direitos destas famílias, fá-lo por despacho que obriga cada pai a matricular o filho onde o Estado manda.” — Emanuel Jacinto, professor de Artes Visuais no Colégio de São Miguel, em Fátima.

Se existe uma escola pública que não tem alunos e se há uma escola particular com contrato de associação cheia, porque é que está? O Estado deve entrar em campo e verificar o que se está a passar nessa escola e perceber porque os pais não a escolhem.”— Rui António, membro da associação de pais do Colégio de São Miguel, em Fátima.

 

 

Ao Ministro da Educação não lhe auguro grande futuro

Pura burrice . O que defende e a forma como defende mostra um decisor à deriva a fazer o que agrada a terceiros mas não ao interesse público. O argumento financeiro já foi à vida resta o ideológico que vai ser travado nas escolas pela população.  Tiago Rodrigues não tem futuro neste governo de António Costa.

Claro que a questão dos números é relevante nos tempos que correm. O governo diz que pagar 80 mil euros por turma no sector privado é exagerado, que na rede estatal é possível reduzir esse valor para os 55 mil euros.  Mas a solução tem de passar por matar o sistema actual e substituí-lo por uma versão moderninha dos regimes comunistas? Ou deve-se, pelo contrário, colocar os interesses dos alunos em primeiro lugar, fazendo opções baseadas na qualidade do ensino ministrado? Porque não fechar escolas públicas nas regiões em que os colégios privados exibam melhores resultados, renegociando o custo por turma e transferindo o investimento público para os estabelecimentos onde os alunos sejam melhor ensinados?

Um Estado não tem a obrigação de defender o sector público ou o privado – a sua principal responsabilidade é assegurar o bem comum.

Na Holanda 70% das escolas têm contrato com o estado

Em Portugal andam à volta do 1% e até com tão baixa percentagem querem acabar. Mais uma vez devemos ser nós, alegretes e pobretes, quem tem razão. A Holanda, a Alemanha, a Finlândia e outros que tais, que consagram o direito à liberdade de escolha, não têm razão nenhuma. Como é habitual.

Os pais de crianças em escolas privadas “são tão contribuintes como os outros e também financiam as escolas estatais”. ”E estas últimas – que são de nós todos – deverão atender ao que os pais pretendem para os seus filhos, em termos de valores a transmitir”.

Não, para o jovem soviético, pobre é pobre e nem pensar deixar de ser pobre. Sem os pobres, que não têm outro remédio do que frequentar a escola do Estado, os partidos de esquerda deixavam de mamar votos nas eleições. Sem a escola pública para pobres, os professores deixavam de alimentar a FENPROF do Nogueira e o Estado lá perdia uma mão-cheia de funcionários públicos que dão votos aos partidos de esquerda, que não vivem sem pobres e sem a escola pública para pobres. Remédio santo seria mesmo acabar com a escola pública. Com o dinheiro que se gasta com o monstro da Educação davam-se cheques aos pais para escolherem livremente a escola para os filhos.

 

Os alunos preferem as escolas privadas

O Ministério devia perguntar-se porque preferem os alunos frequentar as escolas em associação quando há oferta pública e privada.

O agrupamento de 15 escolas, conta Fátima Ribeiro, já chegou a ter 1700 alunos. Hoje, está "com 600 e tal, já com o pré-escolar e o 1.º ciclo". E o principal motivo para essa realidade, garante, é a concorrência direta do colégio. "Começámos a perder alunos porque os alunos começaram a ir para o colégio sem pagar nada. Até aí pagavam. Havia escolha para o ensino que pretendiam, privado ou público, mas se queriam o privado tinham de pagar. Agora toda a gente pode ir para o privado, porque não paga nada. E o Estado paga a dobrar", critica. A dobrar ? Mas o estado não paga por aluno o mesmo na pública e na privada?

"Queixam-se de que os alunos deixam as escolas públicas e vêm para cá? Se calhar deviam questionar-se por que o fazem", dispara. "Eu também já fui presidente da associação de pais de uma EB 2,3. Esta é uma escola diferente, com valores", explica. "E os pais sabem discernir o que é melhor para os seus filhos. Aqui têm a certeza de que não há atrasos com colocações de professores, que se falha um professor este é automaticamente substituído", explica.

O PS entrega a Educação aos sindicatos comunistas

Para garantir o apoio parlamentar do PCP o governo entregou o ministro da educação a Mário Nogueira. O velho sonho comunista de estatizar todo o ensino, eliminando o ensino privado, está em marcha.

Embora longe de serem uma solução ideal em termos de liberdade de educação, os contratos de associação sempre foram profundamente incómodos para os defensores da completa estatização do ensino. O próprio argumento de que urge exterminar os contratos de associação para evitar que as escolas estatais mais próximas percam alunos é profundamente embaraçoso para os seus defensores, que se vêm forçados a reconhecer que, quando têm essa possibilidade em condições de igualdade, as famílias optam esmagadoramente por escolas não estatais.

Professores, pais e alunos confrontaram hoje a secretária de estado, na visita a uma escola, com a intenção de o governo eliminar os contratos de associação. Chegou o momento de a comunidade democrática ocupar a 5 de Outubro em protesto por Mário Nogueira ser o verdadeiro ministro da educação.

Os empresários vão contratar e exportar mais

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 Os empresários vão contratar. (38,8% ). Não vão contratar nem reduzir (42,1%). Vão reduzir ( 4,9%). Não sabe (14,2%). Como se vê o emprego também está a dar a volta. São os empresários que criam postos de trabalho não são os governos. Mas António Costa em mais uma promessa diz que vai criar 49 mil empregos

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Vão exportar mais (36,1%). Vão exportar menos (1,6%). Vão exportar o mesmo ( 29,5%). Não sabe (32,8%). Quanto vai exportar António Costa ?

 

Nas empresas públicas a incompetência chama-se "serviço público"

Nas empresas privadas a incompetência é medida pelos resultados. Não há resultados os accionistas tiram a confiança aos gestores. Ponto final.

Nas empresas públicas tal não se passa. Desde logo porque não há representantes do accionista e, se há, é um "jota amigalhaço". A incompetência das empresas públicas só se mede ao fim de muitos anos, ou pela dimensão da dívida acumulada, ou porque o estado também já não tem dinheiro para fazer as transferências devidas pela prestação do "serviço público". Como é que se chegou a uma dívida acumulada de 20 mil milhões de euros só nas transportadoras? Porque estas empresas vivem permanentemente na zona vermelha, em prejuízo. Até que um dia se descobre, reunidas as condições para se descobrir, que se fazem contratos ruinosos, onde o estado perde tudo e a outra parte ganha tudo e que é muito.

E estes gestores passam a políticos e de políticos passam a autarcas e a deputados sempre protegidos pelo "serviço público" que é algo que nunca é dimensionado, nem mensurável.  Tem a dimensão que lhe dá a situação em que se encontra o Tesouro.

 

Ensino público contratualizado é mais barato

O ensino público com contrato de associação fica mais barato ao estado. o MEC poupa dinheiro com o ensino público contratualizado. As poupanças são de 23 milhões de euros por ano mas poderiam chegar aos 350 milhões de euros anuais caso todos os alunos frequentassem o ensino público contratualizado.

Na Holanda, 70% do ensino público é contratualizado. Na Suécia também. Outros países que optaram há décadas pela generalização do ensino público contratualizado: Austrália e Nova Zelândia.
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