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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A minha mentira é melhor do que a tua

Andaram quatro anos a chamar mentiroso a Passos Coelho. Prometeu muitas coisas boas mas fez exactamente o contrário. Cortou salários e pensões quando tinha afirmado que nem pensar.

Agora, os mesmos, que andaram a atacar-se mutuamente, considerando-se os inimigos de referência, querem juntar-se no governo. O PS é de direita, segundo o PCP e o BE mas agora só não governa se não quiser.

Vão buscar o exemplo da Dinamarca, lá governa uma plataforma de três partidos e nenhum deles foi o vencedor das eleições. Mas não dão o exemplo do segundo governo de Sócrates que teve menos votos e menos deputados que a actual Coligação no poder. Em 2009 .

A diferença entre o actual PS e o BE está nos 500 mil votos que agora estão no BE e que fazem falta ao PS.  Claro que o BE quer mostrar que até viabiliza governos minoritários do PS, quem votou no PS e agora vota no BE não tem que ter medo. O PS carrega o peso da governação enquanto o BE vai carregar com os votos dos descontentes que o exercício da governação sempre cria. O BE vai engrossando à conta do emagrecimento do PS.

Quem tem amigos destes precisa de ter inimigos ? Avisem o António Costa que está a trocar o seu futuro politico pessoal pelo futuro politico do seu partido.

Enquanto isso, o PCP negoceia e, ao mesmo tempo, avança com um candidato próprio à presidência da República .

Ou será que também nas presidenciais António Costa prepara mais uma golpada aos candidatos da área do seu partido ?

PS desapareceria se fizesse coligação com PCP e BE

Manuela Ferreira Leite põe tudo em pratos limpos. É claro que Cavaco chamou quem ganhou as eleições .

"Quem votou no PS não foi a pensar que [António Costa] ia fazer uma aliança com o BE ou com o PCP. O PS desapareceria do panorama político português", disse a ex-líder do PSD, na TVI24. 

A Coligação e o PS têm que se entenderem na Assembleia da República. Há cada vez mais vozes do PS e do PSD/CDS a defenderem o que é fundamental para o país.

Uma autêntica aberração um entendimento entre partidos com políticas opostas

PSD/CDS têm pela frente um ciclo politico de dez anos

Após maduras cogitações e ainda melhores estratégias o PS está muito perto de estar afastado do poder por mais uma década. Agradeça a António Costa e à sua flexível coluna vertebral que ora o encosta aos partidos antidemocráticos da extrema esquerda ora jura que irá cumprir os compromissos assumidos perante a UE, o Euro e o Tratado Orçamental.

António Costa, no tempo da deriva do Syriza, apressou-se a apoiar Sampaio da Nóvoa e a juntar-se ao LIVRE. Logo depois apanhou com Maria de Belém, para agora não apoiar nem um nem outro. Temos estadista. E teremos Marcelo na Presidência da República. Num assomo de generosidade a Coligação oferece-lhe a presidência da Assembleia da República. Temos politico.

Enquanto faz de conta que tem autorização para falar à sua esquerda e à sua direita, prepara-se para apoiar o governo ou mesmo para o integrar. Na falta de melhor se houver eleições antecipadas leva com uma maioria absoluta da Coligação . Temos estratega.

Coligação governativa à esquerda não é viável

Trazer para o governo o BE ou e o PCP não é viável face ao fosso ideológico existente entre o PS e estes partidos.

"Às profundas diferenças doutrinárias e ideológicas (concepção da democracia, papel do mercado e do Estado na economia, integração europeia, euro, alianças internacionais, etc.) soma-se hoje o gritante fosso em matéria de contas públicas, dívida pública e contenção orçamental".

Vital Moreia explica ainda que "nenhuma aliança de governo pode compatibilizar a responsabilidade política e financeira que a permanência na UE e no euro exigem e a mais incontinente leviandade política e financeira que as propostas do PCP e do BE expõem".

Segundo o autor esta possibilidade de governo é tão malévola que só pode ter origem na direita. Ouviste Rui "LIVRE" Tavares ?

Sondagem - Coligação torna a subir e deixa PS a quase sete pontos

Na Aximage, no dia 28/9 a Coligação deixa o PS a quase sete pontos. A coligação e o PS estão a seguir percursos bem distintos no inquérito diário que a Aximage está a conduzir desde 19 de Setembro. A Portugal à Frente nunca desceu, tendo ganho, ao longo desses dias, praticamente três pontos nas intenções de voto. Já o PS só subiu uma vez, tendo registado descidas em praticamente todos os outros dias. Contas feitas, os socialistas perderam quase três pontos.

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A probabilidade de a Colgação ter mais votos que o PS é superior a 60%

Fala quem sabe . Após esta semana de sondagens em que a Coligação apresenta um intervalo de ( 5,1% a 7% ) de margem acima do PS, podemos dizer que a probabilidade de a Coligação obter mais votos que o PS é de 60%. Ainda há cerca de 400 mil indecisos mas :

As sondagens, agora divulgadas diariamente em vários órgãos de comunicação social, vão dando conta de oscilações de opinião que, de um modo geral, apontam para um aumento da probabilidade da coligação PAF vir a ter maior votação que o PS.

 

Os números da nossa sondagem de hoje (37,9% para a PAF e 32,0% para o PS) correspondem ao designado "empate técnico", embora se possa concluir que a probabilidade da coligação ter mais votos que o PS pode ser hoje estimada em mais de 60%.

Recorde-se que a nossa sondagem do início de Setembro indicava uma diferença de 5 pontos percentuais entre PAF e PS e que, após o debate das televisões, com cerca de 3,4 milhões de espectadores, esta diferença quase se anulou. Passado esse efeito, foi o que se viu: nos últimos sete dias o crescimento da PAF foi quase contínuo.

Numa outra perspectiva, a descida do PS é corroborada pela diminuição da confiança em Costa para 1º ministro e pelo recuo do número dos que crêem que o PS será vencedor.

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Sondagem RTP - quanto falta para a maioria absoluta ?

Passo (s) a Passo(s) a Coligação vai-se aproximando da maioria absoluta . Faltam oito dias . Hoje chegaram-nos uma série de boas notícias sobre a execução orçamental que mostram bem que o país está a crescer. Mais receita no IVA ( recorde absoluto - mais consumo ) mais investimento ( 40%- mais emprego), mais IRC ( lucros das empresas ) .

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 Outro dado a sobressair nesta oitava sondagem é o crescimento da coligação Portugal à Frente no capítulo da intenção direta de voto. A aliança entre as formações de Pedro Passos Coelho e Paulo Portas passa, neste plano, de 30 para 33 por cento, ao passo que o PS estagna nos 17 por cento.

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Sondagem 2º dia - Coligação com três pontos de avanço

Hoje li a análise de Fernando Medina ( Presidente da Câmara de Lisboa ) em que afirma que a Coligação vai à frente mas tem pouca margem de progressão. Ora a verdade é que a Coligação é governo porque obteve 50,5% dos votos há quatro anos. Como se vê a progressão é imensa mais do que a necessária para a maioria absoluta.

Claro que a chave está nos indecisos que andam entre os 20% e os 30%, entre os quais estão os que deram a maioria há quatro anos aos partidos da coligação. E são estes que não aderem às teses do PS . Pelo contrário, o que se nota é que a votação na Maioria vem em crescendo e já ronda os 40% . Com o método de Hondt faltarão à volta de 2/3% para atingir a maioria de deputados . É esta a margem de progressão de que fala Medina ?

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 E na RTP no 5º dia a Coligação consolida a liderança

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A coligação PSD/ CDS é boa mesmo para o PS

 Vai obrigar o PS a abrir-se à sua esquerda. Ao contrário do que se fez crer o programa do PS inflectiu para o centro tentando ganhar votos onde se ganham as eleições. É aí que se vai travar a vitória eleitoral.

Este quadro dá como adquirido que tanto PSD/CDS e PS não questionam a UE e o Euro a grande fractura que os separa do PCP e dos partidos à sua esquerda. E como PCP e a extrema esquerda nos têm mostrado os adversários do PS são os mesmos da coligação PSD/CDS.

Acresce que uma das causas mais prejudiciais e que nos levou à bancarrota foi o facto de Cavaco Silva ter dado posse a um governo minoritário. Tal não irá repetir-se  seja qual for o Presidente da República. É dever dos partidos, antes de tudo, encontrar soluções estáveis de governação. E com o mar encrespado mais razões há .

Se o PS não conseguir congregar à sua volta outras forças políticas nunca conseguirá a maioria absoluta e, esta percepção, será para o eleitor uma forte razão para desconfiar no momento de votar. O PS está assim entalado entre a tentação do facilitismo das " amanhãs que cantam" que não convencem ninguém ou a abertura à esquerda a troco de cedências. Nesta hipótese a "vacina grega" vai funcionar.

O PS vai ser obrigado a dar o seu melhor e a ser realista para vencer. Isso é bom para Portugal