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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Ana Gomes - A demagogia mais rasteira

Ainda há bem pouco tempo na AR vimos Ana Gomes ser sujeita a uma humilhação pública. Uma sua colega deputada desmontou ponto por ponto as acusações que Ana Gomes fez contra os seus adversários políticos sem apresentar qualquer prova. Bolçou umas desculpas pouco audíveis e com muito pouca convicção . Claro que tudo muda de figura se a vítima for do PS.

Segundo a desbocada senhora o terrorismo é resultado da austeridade. Quer dizer se estes assassinos andarem de barriga cheia e a viver da segurança social não teremos terrorismo. A senhora nem sequer percebe que esta é a desistência mais vergonhosa perante a chantagem dos fanáticos religiosos. A senhora nem sequer percebe que há princípios que não se trocam por nada.

Há sempre uma voz complacente perante o terrorismo e pronta a justificar o injustificável. E o pior de tudo é que esta senhora diz com toda a candura que está na comissão europeia que trata destes assuntos. Estamos bem entregues. 

"Vivi com terrorismo em Londres e Jacarta. Por isso, desde que estou no Parlamento Europeu estou na subcomissão de Segurança e Defesa”. E nessa altura já era a austeridade a culpada.

A Ana Gomes levou uma tareia...

ESPANTOSO!
A 'tareia' que o deputada Cecília Meireles deu na eurodeputada Ana Gomes, na audiência na comissão parlamentar. Foi pena - pena mesmo - ver uma eurodeputada (e diplomata que, na Indonésia, se comportou tão bem na defesa de Timor) ter de reconhecer que mentiu, que não tinha fontes credíveis no caso do equipamento militar e que as coisas se passaram no tempo de governos socialistas. Aqui no fb, ninguém tugiu nem mugiu. Se fosse ao contrário, a 'tareia' que a Cecília não levaria dos 'honestos' intelectualmente e dos zeladores da verdade e da ética... Assim a Ana passou incólume, apesar da vergonhosa figura que fez. A verdade, pelos vistos, só tem uma face: a do fundamentalismo e da raivinha políticos. Outra vergonha!

 

Foram vistos dez Sírios ali para os lados de Sintra

Foram-se embora sem dizer água vai. Os Sírios que entraram em Portugal com passaportes falsos e que viajaram num avião da TAP desde Bissau na Guiné, desapareceram. Para quem entra num país estranho sem convite e, ilegalmente, é muto estranho. De certeza que não se foram embora sem apoio de uma logística ( casas para viver ou pernoitar, dinheiro, transportes...) há muito preparada.

Aqueles Portugueses e Portuguesas que estão sempre cheios de vergonha por terem nascido aqui no rectângulo devem sentir-se felicíssimos. Está aí a generosidade que faltava. Não só lhes demos acolhimento como os deixamos andar à solta, numa liberdade que nunca conheceram, mais livres do que eu cuja morada as finanças conhecem muito bem.

Devem ser procurados ali para a serra de Sintra onde vive uma senhora deputada xiquérrima, muito preocupada com os pobrezinhos entre duas viagens ao estrangeiro. Quanto à tal vergonha, da sempre fogosa Ana Gomes, estamos conversados.

A Ana Gomes devia ter vergonha

E, com razão. Aparecem por aqui uns sírios que ninguém sabe quem são e o que vieram para cá fazer e nós só temos dúvidas. Haverá gente entre eles pouco recomendável ? E o país tem trabalho para lhes dar ou passam a viver do estado social ? E, daqui a uns anos quando sem trabalho e sem subsídios engrossarem os sem abrigo a Ana Gomes leva-lhes a sopa?

A deputada é useira e vezeira nestas atitudes nobres e generosas desde que não seja ela a pagar. Indigna-se com a pobreza mas não com os pobres. Somos um país com enormes problemas económicos mas a Ana Gomes faz de conta e atira-se ao governo. Fosse este da sua cor e a narrativa seria diferente.

Estas atitudes passam bem nos jornais ."Quando o Governo português anuncia, perante um conflito das dimensões do da Síria [que está disponível para acolher] 15 [refugiados sírios sob protecção internacional], eu tenho vergonha. Eu tenho vergonha, como portuguesa e como europeia. É de uma falta de generosidade atroz" .

Na bela casa onde vive na Serra de Sintra, entre o arvoredo, os Sírios ficariam bem instalados. Penso eu...

Ana Gomes, critica a política como se não fizesse parte dela

 Ana Gomes critica a política e os políticos, e a UE e tudo e todos como se não fizesse parte do que critica. (...)Nunca descurar nas referências ao ultra-liberalismo da União Europeia porque a imprecisão de conceitos é uma boa bengala e o oportunismo não paga imposto. Critique-se a regulação corrupta e exija-se mais regulação para regular a regulação corrompida. Tal como acontece com a deputada Ana Gomes, caso o cargo político esteja distante daqueles que o estão a ouvir, o político não precisa hesitar em cuspir no prato em que come, insinuando-se crítico, activo, insatisfeito com o próprio empregador, pois a sua plateia mais distraída dificilmente conhecerá a sua rotina de bajulação à hierarquia que lhe dá sustento.

Ana Gomes acusa Paulo Portas no caso dos submarinos

Esta senhora é uma boca grande como há poucas. Esquece que a presunção de inocência prevalece.
Apesar destas críticas, a socialista afirmou que “não há risco nenhum do CDS sair do Governo” porque sairia de “rastos por causa de todas as contradições”.
Mas esta não era, segundo Ana Gomes, a única razão porque o CDS se mantinha no Governo: “O dr. Paulo Portas precisa absolutamente de estar no Governo para manter a imunidade inclusivamente em relação à justiça pelo caso dos submarinos”.
Pires de Lima contestou, afirmando que Paulo Portas “não é arguido, nem sequer testemunha de coisa nenhuma ao nível da justiça portuguesa ou de qualquer justiça internacional”. “São afirmações gratuitas”, acrescentou.
Porque se refugiaria Portas na impunidade governamental se não há ninguém a persegui-lo?

Ana Gomes acusa Paulo Portas no caso dos submarinos

Esta senhora é uma boca grande como há poucas. Esquece que a presunção de inocência prevalece.
Apesar destas críticas, a socialista afirmou que “não há risco nenhum do CDS sair do Governo” porque sairia de “rastos por causa de todas as contradições”.
Mas esta não era, segundo Ana Gomes, a única razão porque o CDS se mantinha no Governo: “O dr. Paulo Portas precisa absolutamente de estar no Governo para manter a imunidade inclusivamente em relação à justiça pelo caso dos submarinos”.
Pires de Lima contestou, afirmando que Paulo Portas “não é arguido, nem sequer testemunha de coisa nenhuma ao nível da justiça portuguesa ou de qualquer justiça internacional”. “São afirmações gratuitas”, acrescentou.
Porque se refugiaria Portas na impunidade governamental se não há ninguém a persegui-lo?