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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A economia nos US dá sinais positivos criando postos de trabalho

Os sinais são mais positivos do que as previsões que apontavam para 7,9% mas fixaram-se nos 7,7% no desemprego.

O desemprego nos Estados Unidos baixou em Fevereiro para 7,7% da população activa, o nível mais baixo em cerca de quatro anos, num mês em que foram criados 236 mil postos de trabalho. Os números surpreendem os analistas, mas não afastam os receios sobre os efeitos no mercado de trabalho dos cortes na despesa do Estado.

Os números revelados nesta sexta-feira pelo Departamento do Trabalho norte-americano são mais positivos do que o esperado pela generalidade dos economistas, que apontavam para a criação de 165 mil empregos e previam que a taxa de desemprego não recuasse dos 7,9%.

Estes sinais positivos são bem vindos para os parceiros económicos europeus que bem precisam de de uma economia saudável do outro lado do Atlântico.

Mercado económico único entre US e UE

Como já tive oportunidade de aqui escrever. O Nicolau Santos no Expresso ( às vezes acerta) refere-se às negociações em curso entre os US e a UE para a formação de um mercado comercial único, como a maior oportunidade para o Ocidente travar a decadência da sua economia . China, Japão e Coreia do Sul estão a trabalhar para lançarem igual mercado entre si, o que mostra bem que no futuro próximo a luta vai ser entre continentes.

  Por outro lado, será a forma do Ocidente se defender de economias onde se utiliza trabalho infantil, em que os trabalhadores não têm direitos nem sindicatos que os defendam. Quem não cumprir as regras não terá acesso a este mercado único .

O mercado em formação aumentará o PIB da UE em 0,5% e o US em 0,4% ou seja , 86 mil milhões de euros de riqueza na Europa e mais 65 mil milhões na economia americana. Com a criação de centenas de milhar de empregos, num mercado que contará com 800 milhões de consumidores. E terá força suficiente para se opor aos investidores especulativos que atiram ao tapete milhões de pessoas vítimas da sua desmedida ganância!

 

As relações comerciais dos US influenciam as economias de todo o mundo

A quantidade de relações comerciais dos US que atingem 5% ou mesmo 10% do PIB dos países parceiros é impressionante. Mesmos as relações bilaterais e multilaterais que não incluem directamente os US são afectadas pelas exportações e importações do país. Quando a economia está bem impulsiona toda a máquina; quando gripa toda a máquina começa a gripar. Não existe mais nenhuma economia que afecte de tal forma o mundo ou que o una de forma tão eficaz.

O grande principio é ter as mais profundas relações comerciais para conseguir ter as mais leves sob o ponto de vista militar e político.

É, assim, que localmente ou mesmo regionalmente, basta manter desequilíbrios comerciais para conseguir que os pequenos países se controlem uns aos outros. Veja-se o médio oriente do petróleo e a América do Sul das matéria primas alimentares. Por outro lado, os seus vastos oceanos, de um e outro lado do seu isolado território,  são as auto-estradas onde opera a marinha mais numerosa e mais capacitada para ocorrer a qualquer desequilíbrio local que possa ter consequências globais.

Na UE as relações comerciais entre os seus países membros são a melhor garantia de paz e prosperidade. Mas a Alemanha pode estar tentada a virar-se para oriente, onde se perfilam países com economias que terão de crescer muito e são, por isso, potenciais mercados e, também, a sua dependência do gás com origem na Rússia e que atravessa todos esses países para  chegar a Berlim.

O anuncio de Obama no seu "Discurso da Nação" da implementação de uma zona comercial conjunta com a UE, corresponde aos desejos de Bruxelas que há muito vinha insistindo nesse programa.

Esta zona comercial será um poderoso íman de desenvolvimento e de atracão de economias emergentes, como o Brasil e os países de língua Portuguesa e de toda a América do Sul. O Japão vai reforçar o seu papel aglutinador naquela região do mundo e a China levará muitas décadas antes de conseguir livrar-se de um bilião de pessoas mergulhadas na mais "abjecta miséria". ( com a Próxima Década de George Friedman )

Comércio livre entre US e UE

Baraka Obama confirmou no "Discurso à nação" e os representantes europeus há muito que pressionam os US para conversações que levem a uma zona de comércio livre entre as duas poderosas economias. O presidente da Comissão Europeia disse, esta quarta-feira, que o sucesso das negociações entre a União Europeia e os Estados Unidos para criar uma zona de comércio livre dará um novo impulso às economias dos dois blocos comerciais. Os EUA querem estabelecer com a União Europeia uma parceria de investimento e um novo tratado de comércio transatlântico “abrangente”. No discurso do Estado da Nação, Barack Obama anunciou que as negociações com os países europeus devem ter início brevemente e que a formação de uma nova parceria económica com a Europa levará à criação de milhões de empregos bem renunerados nos EUA.

Janeiro marcado por indicadores económicos positivos na UE e USA

Começam a aparecer cada vez com mais frequência os sinais que o "bater no fundo" já foi ultrapassado.

A semana ficou marcada pela publicação de um conjunto alargado de indicadores económicos razoavelmente positivos. A consolidação de um cenário de retoma gradual da economia é mais evidente nos EUA, mas também na zona euro, e a informação divulgada sugere que o ponto mais baixo do ciclo foi ultrapassado. Na zona euro, tanto os indicadores que medem a actividade nos sectores das manufacturas e dos serviços, como os de sentimento publicados pela Comissão Europeia registaram melhorias em Janeiro, consolidando-se o sentimento que o ponto mais baixo do ciclo terá sido já ultrapassado. Mas tanto uns como outros continuam em níveis muito reduzidos e/ou indicativos de contracção da actividades, sugerindo que a actividade manter-se-á ainda debilitada nos primeiros três meses do ano.

 

 


Que país é este que prefere chorar os mortos?

Nos US ano após ano somos confrontados com assassinatos em massa perpretados por jovens sobre outros jovens. Os pais têm armas de guerra em casa com que os filhos se habituam e que numa qualquer dificuldade usam para matar tudo o que encontram à sua frente, a começar pelos pais.
Mas os políticos preferem ver morrer gente inocente a limitar a liberdade de comprar armas desde que se tenha dezoito anos.. O lobby das armas é muito poderoso, diz que não são as armas que têm culpa, são as pessoas que fazem uso indevido delas.
Mas este é o país que combate países vizinhos para impedir o tráfico de drogas para, segundo dizem, salvar os jovens do inferno.
"Que América é esta que prefere a livre compra de armas à liberdade de uma inocente criança? Que outro país passa por tantos massacres permanentes em escolas? Em que outro país o fascínio por armas é constitucional e politicamente protegido? Em que outro país, de cada vez que um massacre como o de Connecticut acontece, os políticos dizem que não é hora para falar da lei, mas de chorar e rezar pelos mortos? Os EUA têm uma doença que se revela como nenhuma outra e ela não é nem a saúde mental dos monstros que tiram a vida a crianças numa escola nem é a cultura de violência com a qual os adolescentes crescem."

Que país é este que prefere chorar os mortos?

Nos US ano após ano somos confrontados com assassinatos em massa perpretados por jovens sobre outros jovens. Os pais têm armas de guerra em casa com que os filhos se habituam e que numa qualquer dificuldade usam para matar tudo o que encontram à sua frente, a começar pelos pais.
Mas os políticos preferem ver morrer gente inocente a limitar a liberdade de comprar armas desde que se tenha dezoito anos.. O lobby das armas é muito poderoso, diz que não são as armas que têm culpa, são as pessoas que fazem uso indevido delas.
Mas este é o país que combate países vizinhos para impedir o tráfico de drogas para, segundo dizem, salvar os jovens do inferno.
"Que América é esta que prefere a livre compra de armas à liberdade de uma inocente criança? Que outro país passa por tantos massacres permanentes em escolas? Em que outro país o fascínio por armas é constitucional e politicamente protegido? Em que outro país, de cada vez que um massacre como o de Connecticut acontece, os políticos dizem que não é hora para falar da lei, mas de chorar e rezar pelos mortos? Os EUA têm uma doença que se revela como nenhuma outra e ela não é nem a saúde mental dos monstros que tiram a vida a crianças numa escola nem é a cultura de violência com a qual os adolescentes crescem."