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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Costa e César estão preocupados com as eleições - PSD sobe dez pontos

António Costa já veio dizer que " há quem queira que o PS tenha um mau resultado" e César regista " que governar com o apoio do BE e PC foi "penoso".  Nesta segunda feira uma sondagem no Negócios e no CM aponta para um crescimento do PSD em dez pontos nos últimos três meses . Em política não há coincidências .

O PS é tão europeísta como o PSD -até  reivindica maior europeísmo- pelo que o essencial está assegurado mas como se sabe as europeias podem influenciar as legislativas . E até Outubro as notícias não vão ser boas com excepção da medida relativa aos passes dos transportes públicos de Lisboa e Porto. E o BE também muda o discurso sobre o Euro .

Rangel revela-se assim um excelente cabeça de lista, com notoriedade pública e com larga vantagem sobre um apagado Pedro Marques que carrega uma má prestação ministerial

Sondagem : PS cai há quatro meses na intenção de voto

Passados os bons tempos das reversões de rendimentos está a chegar o tempo anunciado por António Costa . Não há dinheiro. E, claro, sem dinheiro não há palhaço o que quer dizer que maioria absoluta nem vê-la.

Acresce que a economia externa está a perder o fulgor e as nossas exportações receitem-se. Com o fim do programa do BCE as taxas de juro da dívida sobem. Dívida que não desce significativamente. O preço do petróleo está em alta em relação ao orçamentado. Tudo isto era esperado mas não tão cedo . O Orçamento para 2019 vai ser uma dor de dentes e já há quem fale que é muito provável um aumento de impostos em cima da maior carga fiscal de sempre.

Entretanto, cheirando a morte da geringonça, os sindicatos apertam com exigências na Saúde e na Educação seguidos em outros sectores como nos transportes e nas forças de segurança. Com amigos destes quem precisa de inimigos ?

Perdeu-se mais uma vez a oportunidade de reformar o que há a reformar. E, é por isso, que a factura está cada vez mais perto.

 

 

 

Sondagem - passo a passo a distância diminui

O PS perde intenção de votos há três meses consecutivos e a maioria absoluta está mais longe. O PSD cresce mas devagarinho . PCP e BE têm pouco com que se congratular.

Está tudo em aberto . A abstenção é enorme .

António Costa vai dizendo que se demite se o orçamento não for aprovado e com isso aperta os dois partidos da esquerda. PC já reagiu afirmando que não aceita ultimatos. O BE reza para que não lhe tirem a migalha de poder.

O que se passa com o PS em matérias sensíveis somando às mais que prováveis dificuldades do verão não ajudam o governo. Costa teve que optar entre aumentar os salários dos funcionários públicos e aumentar o seu número preferindo esta última.

Rui Rio já afirma que a geringonça está esgotada

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Más notícias para o PS e para o governo

Sondagem da Aximage para o Negócios dá perda generalizada de intenções de votos para o PS, governo e António Costa.

Os desastres na floresta, na saúde e a evidência que não há dinheiro para os funcionários públicos e pensionistas faz o seu caminho. Não há festa nenhuma como sempre se soube e o que há de melhor tem origem no exterior.

E a maior carga fiscal de sempre faz-se sentir nos bolsos dos contribuintes.

Está escrito nas estrelas.

Rio esmaga Santana e depois tem dois anos para ganhar a Costa

A recente sondagem mostra que Rui Rio ganha folgadamente a Santana Lopes e que vai ser o próximo presidente do PSD.

Depois tem dois anos que vão ser muito difíceis para António Costa para mostrar o que vale. A economia crescerá menos que em 2017, grande parte do aumento de salários e pensões já é despesa efectiva, o BCE está a apressar a retirada da compra de dívida o que fará subir os juros e o petróleo vai na casa dos 70 dólares o que não acontecia há vários anos.

E a dívida em valor absoluto vai manter-se ao nível que está o que quer dizer que os juros a pagar vão continuar ao nível a que estão : 7,4 mil milhões a maior rubrica do orçamento logo após a despesa da saúde.

PCP e BE com o caderno de encargos mínimo concretizado vão agora subir a parada com novas exigências e já se admite que quer no Novo Banco quer na CGD os muitos milhões lá injectados são uma espada afiada sobre o cepo do défice.

É preciso afastar da área do governo os partidos anti-União Europeia . 

 

 

Sondagem - governo com nota negativa

O PS anda nos 40,2% longe da maioria absoluta e o PSD nos 27,9% . Os restantes partidos andam ao nível habitual abaixo dos 10%.

Mas o mais importante e significativo é que o governo já está com nota negativa. É óbvio que está esgotado e os eleitores já perceberam .

Comprende-se a guerra que por aí anda entre os partidos da coligação com comentários que roçam o básico. Querem desfazer a geringonça mas vão ter que aguentar mais dois anos período em que se vão anular uns aos outros.

Sondagem : continua a contagem descendente para a geringonça

A bem da verdade a contagem descendente já começou há um mês e continua agora em Novembro . Mas é descendente para todos os que se meteram na aventura de salvar a pele a António Costa. E o cheiro do poder fez o resto.

A direita sobe também pelo segundo mês o que mostra que aqueles eleitores livres que votam segundo o que lhes parece ser o interesse nacional , da mesma forma que há dois anos se passaram da direita para a esquerda estão agora a fazer o caminho inverso.

É preciso notar que nunca o PS e António Costa anunciaram aos eleitores que fariam uma coligação após eleições. Está para saber se o resultado seria outro e não inviabilizaria a solução encontrada nas costas dos eleitores. Mas os cidadãos já tinham percebido. A geringonça morreu hoje

A tendência na sondagem realizada pela Eurosondagem para o Expresso e para a SIC é clara: os principais partidos da ‘gerigonça’ recuam nas intenções de voto, enquanto os partidos da oposição ganham terreno. Já tinha sido assim em Outubro .

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 E, como, após tão nefasta e inglória coligação a sua repetição não acontecerá tão cedo (O PCP já disse que não e PS e BE não chegam à maioria e têm graves diferenças entre eles) a soma final que conta para formar governo já anda próxima dos 5%. Poucochinho, nada que um orçamento sem dinheiro e com graves desigualdades não resolva.

O país perdeu dois anos não executando as reformas estruturais sem as quais não sairemos "desta apagada e vil tristeza " 

Sondagem : Não há estado de graça que dure sempre

PS e António Costa descem na popularidade enquanto o PSD sobe apesar deste último não ter secretário geral.

Os incêndios e as diversas trapalhadas governamentais começaram o desgaste apesar do período positivo na vertente económica que atravessamos.

O PS recua quase três pontos percentuais enquanto o PSD sobe 1,7 pontos. À direita, o CDS também sobe e à esquerda só a CDU ganha terreno.

Além da descida dos socialistas, o estudo da Aximage mostra uma redução das expectativas em relação ao Governo, que passam de uma nota positiva de 61 em Outubro para 54 neste mês. Questionados sobre a actuação da equipa liderada por António Costa, 45,5% dos inquiridos consideram que está a ser "igual ao que esperavam".

Não há graça que sempre dure e o orçamento para 2018 e as previsões para 2019 indicam que vão ser anos bem mais difíceis . O PS ao beneficiar as exigências do PCP e o BE em 1 200 milhões corre enormes riscos em sectores fundamentais da governação como é já visível na Saúde ( onde faltam mil milhões) e na Educação onde a alimentação dos alunos é de má qualidade.

E há outros sectores onde a sub orçamentação está a ser violentamente contestada.

O país está a perder outra oportunidade para relançar a economia, reduzir o défice a zero e pagar uma parte importante da dívida baixando a factura dos juros.

Os portugueses já se aperceberam que o país caminha no fio da navalha.

Catalunha : os não independentistas com 51,9%

Agregados os independentistas somam 48,1% e os não independentistas 51,9% . Boas notícias para Madrid.

O partido Republicanos de Esquerda (independentista) segue na frente e o partido do sr. Puigdemond afunda.

Até às eleições muita água correrá debaixo da ponte mas, se no momento mais crítico da declaração de independência, os não independentistas levam avanço só algo de muito significativo a acontecer mudará este panorama.

Assim, a Erquerda Republicana da Catalunha surge em primeiro com 27% das intenções de voto, bem acima do partido Ciudadanos (18,5%), e do partido Socialista da Catalunha (14%) – ambos não independentistas. Só depois do trio da frente surge o PDeCat (com 11%), o partido de Carles Puigdemond, que ainda assim consegue permanecer à frente da Catalunya Sí que es Pot (11%), do PP do primeiro-ministro Mariano Rajoy (9%) e dos radicais da CUP (6,5%).

Outra surpresa é que apesar de todo o processo das últimas semanas o PP do Sr. Rajoy não desapareceu da região.