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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A TAP cresceu 82% entre Lisboa e Porto

Comparando com o mesmo período do ano passado a "TAP Express" cresceu 82% em passageiros transportados. Está a concorrer com o comboio. Há partidas de hora a hora. O passageiro sabe que há sempre um avião disponível. Ainda há quem não perceba o que a gestão privada trás à companhia aérea ?

A taxa de ocupação média ronda os 65%, o que a TAP considera "bom para pouco mais de um mês de serviço". O objetivo da companhia é crescer sobretudo no chamado ponto a ponto, ou seja nos voos puros entre as duas cidades. Assim, com a ponte aérea, "o transporte de avião já concorre com outros modos de transporte tanto em preço como em duração total da viagem".

O preço oscila entre 39 Euros e 99 Euros e não há atrasos no embarque . O passageiro tem flexibilidade podendo viajar num ou outro avião segundo as suas conveniências .   

 

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O Turismo está a crescer a dois dígitos .

Há quem diga que o turismo está a crescer demais. Está a captar receitas e a criar emprego, mas não agrada a todos. Em Lisboa, é particularmente evidente o resultado da liberalização que fizemos o ano passado na animação turística. Liberalizámos a atividade e o ritmo de criação destas empresas mais do que duplicou. E está à vista de todos. É engraçado que durante anos se andou a dizer que tínhamos turismo a menos e agora, sem que alguém tivesse dito antes que estávamos com o nível certo de turismo, que temos turismo a mais. Não dou para esse peditório: nunca direi que o o turismo está a criar demasiados empregos ou a trazer demasiadas receitas para o país ou a servir para preservar demasiado património ou a promover demasiados produtos portugueses no exterior.

Retirar o estado da actividade e aumentar a presença da actividade privada deu resultados imediatos. O estado em algumas actividades funciona como a infantaria. Toma conta do terreno e não deixa que nada mova.

A VINGANÇA É UM PRATO QUE SE SERVE FRIO

Ao longo de anos, ouviu as mais insidiosas e injustas críticas. Que o seu mundo intelectual se confinava à aritmética, que não via para além das fronteiras do seu bairro, que o Porto perdia a oportunidade de se afirmar como “pólo de atracção”, que espezinhava e sufocava a actividade cultural. Até o fogo-de-artifício das festas de S. João foi argumento político.

 

Disparates a que respondeu com indiferença, trabalho e competência.

 

À medida que o tempo passava, o reconhecimento público pelo bom trabalho efectuado se manifestava em votações esmagadoras e a cidade se transformava, os críticos tiveram de “meter a viola ao saco”. Na última campanha eleitoral, a “pobre” da Elisa Ferreira não conseguiu fazer mais do que subir e descer a Avenida da Boavista mostrando a sua “desqualificação”. (O que era verdade, mas causado por outras vereações).

 

Entendeu chegada a hora de desferir violento golpe naquele dos seus críticos cuja motivação era mais torpe, já que renunciara por défice de coragem ao que Rio aceitou – enfrentar o Vila-Condense que era tido como imbatível.

 

Tem razão? Não tem!

Meneses fez muita coisa má em Gaia, mas fez também muito de bom – está à vista.

 

Foi justo? Não!

Esqueceu que, dos candidatos anunciados à sua sucessão, Meneses não foi o único dos seus disparatados e sobranceiros críticos.

 

Foi útil à sua imagem pública e à eventual (e legítima) aspiração ao prosseguimento de uma carreira política? Não!

A superioridade moral das pessoas vê-se nas horas de êxito.

Não precisamos de políticos que usem os cargos para que são eleitos ou mandatados com fins de desforço pessoal.

Rui Rio deixou-se seduzir pela voragem da inutilidade mediática. Aceitou o caminho da baixa propaganda. A partir de agora, não poderá obviar à suspeita de plena integração nos jogos de interesses que dominam os centros de poder.

 

O que é pena, porque o país já não sabe se pode contar com ele.

Há cada vez mais candidatos independentes

É uma lufada de ar fresco embora muitos sejam pessoas que foram afastadas pelos partidos mas que vão a votos sem a máquina partidária a apoiá-los.

É uma luta desigual. A própria candidatura não é facilitada pela burocracia .

Os partidos reinantes não vêem com bons olhos estes "outsideres" que os afrontam no seu próprio campo que eles consideram ser seu por direito próprio e quiçá por direito divino. Mas a participação da sociedade civil é cada vez mais uma realidade.

No Porto Rui Moreira, embora apoiado pelo CDS, mas concorrendo independentemente de partidos, ameaça Menezes e as sondagens apontam para uma votação acima do candidato do PS. Acresce que se Menezes não convencer o Tribunal Constitucional e não puder concorrer, a segunda cidade do país terá como presidente um independente.

Pode ser o grande momento da viragem com os partidos a verem-se obrigados a abrir mais amplamente a candidatura eleitoral à sociedade civil independente .

Rui Rio deixa contas "à moda do Porto" ! Um potencial Primeiro Ministro.

Ao fim de três mandatos Rui Rio deixa a Câmara do Porto com as contas no verde.  Dívida controlada, fornecedores em dia e receitas superiores às despesas. Um mimo! Aqui está um bom primeiro ministro se o actual não tiver condições para continuar. Com uma experiência profissional na economia real bastante boa, os seus mandatos na Câmara e a vida política que já teve apontam-no para uma carreira de governante. Com capacidades muito superiores aos jotas que nos enterram.

No Porto um cidadão entre políticos

Rui Moreira vai avançar com declaração pública dia 19, dia do pai. Para já rompeu com a coligação PSD/CDS que tem funcionado bem no Porto. O candidato vai ser apoiado pelo CDS mas há figuras proeminentes do PSD e da cidade a apoiá-lo.

Um cidadão independente dos partidos, numa qualquer eleição,é um facto digno de realce num país em que os partidos têm o monopólio da representação política. A abertura à sociedade civil dos actos eleitorais é um dos passos fundamentais para que a democracia possa ser mais transparente, representativa e participativa.

Já há um movimento de cidadãos que estão a movimentar-se para que a abertura democrática seja uma realidade.

A candidatura de Rui Moreira é um acto que enriquece a democracia e a cidade do Porto. "

Preparado para a “difícil caminhada” que o espera, como afirma o histórico fundador do PSD, Miguel Veiga, o empresário tem recolhido diversos apoios de peso, entre os quais figuram alguns rostos da área do PSD. Os antigos ministros de Cavaco Silva, Arlindo Cunha e Valente de Oliveira, o advogado Miguel Veiga e o banqueiro Artur Santos Silva estão entre os subscritores do seu manifesto.

Odete Patrício, directora-geral da Fundação de Serralves, Rui Amaral  antigo secretário de Estado, Bento Amaral, enólogo, Eduardo Paz Barroso, antigo Director do Teatro Nacional São João, Cristina Pimentel, directora do museu do carro eléctrico, Paulo Azevedo, ex-director geral do BCP e o empresário João Talone são outros dos apoios com que o candidato pode contar.