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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Regra de ouro

Cortar nas despesas de investimento para aumentar as despesas de pessoal é uma regra de lata que mata. A regra de ouro é ao contrário. Cortar na despesa corrente para aumentar a despesa de investimento. O governo opta pela regra de lata. E a consequência é que a economia não cresce, nem este ano nem nos mais próximos e , assim, vai-nos roubando o futuro.

OCDE insta governo português a poupar nas despesas correntes de modo a poder lançar mais investimentos público. Costa cá nos vai enganando fazendo crer que a situação conjunta tem futuro com PC e BE a exigirem mais despesa para os seus eleitorados.

É preciso fazer crescer o PIB para enfrentar os crescentes desafios do crescimento e das desigualdade.

Ora, a OCDE não acredita na recuperação do investimento em Portugal . É este fraco investimento público e privado que está a travar a reforma da economia nacional. O investimento privado está a ser bloqueado pela elevada incerteza e endividamento das empresas e a banca tem que limpar o crédito malparado.

Sem maior crescimento não se derrota a pobreza nem as desigualdades. O resto é  demagogia e populismo .

OCDE antecipa Plano B para Portugal

Revisão em baixa do PIB .Com a economia portuguesa a crescer apenas moderadamente este ano e o défice a derrapar para lá das previsões do Governo, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) vem juntar a sua voz à do FMI e da Comissão Europeia, alertando para a necessidade de serem adoptadas medidas adicionais em Portugal – o chamado Plano B. 

O crescimento da economia já vai em 1,2% tendo começado por 2,1% e tendo sido orçamentado em 1,8%. A OCDE considera que, à excepção de Angola, os riscos que a economia portuguesa enfrenta são mais internos, devido ao elevado nível de endividamento, do que externos.  

Face ao cenário cada vez mais negro o que fazer ? O governo tem andado a lutar contra moinhos de vento não querendo ver o que todos prevêem . Sem muito mais investimento a economia não cresce o suficiente e a criação de emprego não arranca. A redução do IVA diminuiu as receitas e não criou postos de trabalho e a reversão de salários e pensões tem um efeito limitado no consumo interno.

Quem salta primeiro da geringonça face às mais que prováveis medidas exigidas por Bruxelas ?

O fosso entre ricos e pobres diminuiu

Mas Portugal continua a ser dos países mais pobres e mais desiguais da OCDE.

Portugal surge, assim, no relatório como o nono país mais desigual entre os 34 da OCDE, acima do índice médio destes países, que é de 0,315. Os 10% da população portuguesa mais rica concentravam 25,9% da riqueza, enquanto os 10% da população mais pobre tinham 2,6%. O grosso da riqueza (63%) concentrava-se nos 40% da população.

Há muito para fazer mas não podemos deita fora o menino com a água do banho

Escolher o crescimento da economia em detrimento do défice

Se acaso for necessário o governo deve optar em deixar deslizar o defice para não prejudicar a retoma da economia.  A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) não abre mão das metas do défice, mas prefere defender a economia. Oxalá o governo não seja mais papista que o Papa e perceba este conselho. A economia portuguesa tem que aproveitar o momento de retoma das economias da Zona Euro para aumentar as exportações e regenerar o tecido empresarial. O defice não precisa de baixar de 4,9% para 2,5% num só ano, pode fazê-lo em dois anos.

A economia está a recuperar e não só em Portugal

Uma boa noticia. A OCDE perspectiva a continuação da recuperação da economia na Zona Euro. Portugal incluído. E confirmou-se o crescimento no 3º trimestre de 0,2%. De acordo com os indicadores compósitos avançados de Outubro hoje divulgados pela OCDE - que identificam tendências de melhoria ou abrandamento da actividade económica num período futuro entre seis a nove meses - para Portugal, mantém-se a subida das expectativas de recuperação da economia registadas há mais de um ano, estando os indicadores nos 101.52, acima da média de longo prazo de 100 pontos.  



Todos apontam para o crescimento da economia

Uns mais outros menos, mas todos prevêem que a economia cresça. Hoje é a OCDE que confirma mas apontando para objectivos menos ambiciosos. A não ser que venha aí uma calamidade parece que é seguro que o caminho ascendente está aí. As contas externas serão positivas em 2013 e o desemprego vai baixar mais do que o governo e a troika prevêem.

Com o pagamento do subsídio agora em  Dezembro a procura interna vai crescer e no inicio de 2014 vamos ter a injecção dos subsídios da Europa para o investimento. Aqui espera-se que se aprenda com a Letónia que negociou com  Bruxelas focar o investimento nas actividades mais fortes exportadoras, em vez de andar a desperdiçar dinheiro "dividindo o mal pelas aldeias". É preciso agora que, estando o burro já  habituado, não o matem à fome com mais austeridade.

Sinais positivos na economia

Há expectativas de melhorias para a economia Portuguesa, diz a OCDE. Há 12 meses que o indicador é positivo.

Os indicadores avançados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) continuam a revelar que a economia portuguesa está a dar sinais de melhorias no médio prazo.

O indicador, revelado esta segunda-feira e que tem como objectivo antecipar pontos de inflexão da actividade económica em relação à tendência, subiu em Abril para 100,92 pontos, registando assim um ciclo de 12 meses sempre a recuperar.

 

O país "pacóvio" das autoestradas

Temos uma rede densa de autoestradas como mais ninguém. Leiam a OCDE : Estradas: densas e caras

A rede de auto-estrada é agora mais de seis vezes mais extensa do que era em 1990. Indicadores de cobertura são elevadas para os padrões da UE, tanto em termos per capita como por quilómetro quadrado. De acordo com dados do Eurostat, em 2010, Portugal tinha 0,26 km de auto-estrada por 1000 habitantes, contra 0,03 em 1990 e uma média de 0,12 km na União Europeia. Os gastos com a manutenção da infra-estrutura rodoviária em percentagem do PIB é em Portugal 25% acima da média da OCDE. No quadro da renegociação das concessões  das auto-estradas, a OCDE chama a atenção para as responsabilidades acrescidas que foram transferidas para a Estradas de Portugal, referindo que é "necessário um modelo sustentável que permita um financiamento suficiente desta empresa estatal para evitar problemas futuros de qualidade do serviço".

Os que viam as autoestradas cheias de carros nunca se perguntaram quem é que pagava. Face às autoestradas desertas, perceberam agora.

Com a OCDE desce com a Comissão Europeia sobe

Ontem foi um fartar com as previsões em baixa da OCDE. Hoje é uma alegria com a subida .

Na União Europeia, a tendência também foi de crescimento

O indicador de sentimento económico melhorou na zona euro e na União Europeia em maio, mantendo-se estável em Portugal pelo terceiro mês consecutivo, segundo dados divulgados hoje em Bruxelas pela Comissão Europeia.

Na zona euro, o indicador de sentimento económico - que mede a confiança e as expectativas quanto à economia de consumidores e empresas europeias - subiu 0,8 pontos, em comparação com abril, situando-se nos 89,4 pontos em maio.

Quem dá mais?