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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Novo modelo - descentralizar e produzir

Estão todos de acordo com excepção dos que querem "o quanto pior melhor". Há que descentralizar, reduzir o estado e produzir bens transaccionáveis.

“Quando falo em reforma do Estado defendo um Estado mais barato e mais eficiente. Estou convencido que uma das componentes essenciais para termos um Estado mais barato e mais eficiente é apostarmos na descentralização. Mas se não quisermos falar em descentralização, falemos em desconcentração”, declarou Silva Peneda em entrevista à Lusa.

O modelo económico que vigorava no país até 2011, baseado na construção civil, no imobiliário, no crédito fácil, no consumo e no investimento público, esgotou-se”.

O PCP com os seus satélites sindicais e o BE querem o contrário. Mais estado e mais obra pública.

Vivemos colectivamente em estado de negação

Escreve a Sofia Galvão no Expresso de hoje . ...quando se gasta mais do que se tem, há défice. Quando pedimos dinheiro emprestado para acudir ao défice, há dívida. Quando se continua a gastar para lá  do que se pode, o défice aumenta..Quando o défice não diminui, a dívida cresce. E, quando não se corrige o caminho, o ciclo torna-se infernal, alimenta-se a si próprio e destrói todo o potencial de desenvolvimento, realização e esperança.

..Há quem não goste de factos...mas o facto é que hoje em Portugal, os salários e as pensões pagos pelo estado representam mais de 90% da colecta fiscal. Se acrescerem os juros da dívida, o montante vai além dos 105%. Os senhores e as senhoras que não gostam de factos consideram estes números sustentáveis? Percebem a medida em que tais números comprometem o futuro dos seus filhos e netos?

...com ou sem a senhora Merkel nós temos um problema financeiro seriíssimo; e, na sua base, um modelo de desenvolvimento equívoco...

Hoje há perguntas incontornáveis : como e onde reduzir a despesa pública ? Como manter o contrato social no quadro de um modelo europeu? Como quebrar o ciclo da dívida? Como superar entraves estruturais à mudança? Existe um limite constitucional ao processo de transformação?