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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Quem está a morrer que custo está disposto a suportar para se salvar ?

É a esta pergunta que as farmacêuticas respondem quando estabelecem um preço a um medicamento de que têm o monopólio. Interessa pouco o custo que muitas vezes não é assim tão alto. Mas o sistema de patentes leva ao monopólio e ao preço proibitivo.

A resposta a esta questão tem que ser tomada também em monopólio dos compradores. Todos os países compradores devem ser representados por uma comissão única por forma a chegarem a um preço justo e razoável. Por um lado temos a capacidade das farmacêuticas investigarem - o que custa muito dinheiro, anos de investigação para chegarem a uma molécula - e por outro lado a vida dos doentes.

“Nenhuma vida deve ser considerada demasiado cara, mas nem todas as medidas médicas têm um custo aceitável para o benefício que proporcionam” .

Se o monopólio é proibido em outras actividades mal se compreende que se aceite na actividade farmacêutica.

 

Mais um investigador português a brilhar

Detecção precoce do cancro.  Para Tiago Rodrigues, “se se comprovar que a técnica é segura e eficaz em pacientes oncológicos, esta pode tornar-se uma ferramenta crucial para detectar mais cedo, não só a doença, mas também a resposta ao tratamento, poupando o doente e oferecendo assim, numa fase precoce, a possibilidade de mudança de estratégia terapêutica e diminuição da carga psicológica e física dos doentes expostos a este tipo de tratamentos (quimioterapia)”.

“Também no plano económico”, prosseguiu, “esta técnica poderá oferecer benefícios, pela redução de custos em tratamentos ineficazes”.

Espirito Santo de orelha

Mais uma investigação ao BES. José Maria Ricciardi está igualmente a ser alvo de averiguações pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), neste caso por suspeitas de crimes de tráfico de influências e de abuso de informação privilegiada relacionados com as privatizações, em 2011, da EDP e da REN. O BESI foi o banco que apoiou financeiramente a China Three Gorges (EDP) e a State Grid (REN), as vencedoras dos respectivos concursos públicos.

Como acaba sempre tudo em nada, começo a desconfiar que tudo isto não passa de "espírito santo de orelha" em que somos peritos. Mas já teve uma virtude. Dos submarinos às rendas excessivas permitidas pelo estado às grandes empresas o BES está em todas. Bem vistas as coisas não há nada que não se arquive com uma multa ou uma indemnização a rondar aí uns 10% do montante em investigação. E ficam todos a ganhar.

Ajudar os inventos a chegar aos mercados

As crises aguçam a imaginação. Portugal é conhecido lá fora pelos seus investigadores e inventores. O grande problema é que os seus inventos e investigações raramente são convertidos em bens e produtos comerciáveis. Foi criada agora uma organização que se vai dedicar a esse importante objectivo.

O Núcleo de Inventores, Investigadores e Investidores (N3i) entra em actividade segunda-feira, como organismo de âmbito nacional destinado a gerar negócios com base em produtos inovadores.

José Emanuel Garcia, um dos fundadores do núcleo, adianta que essa estrutura centrará a sua actividade em dois eixos de intervenção: "o apoio a inventores e investigadores sem meios financeiros ou recursos técnicos para levar por diante as suas ideias de negócio" e "o apoio a investidores que querem lançar produtos inovadores ou procuram soluções técnicas para problemas que as suas empresas enfrentam".
Funcionando a partir do Centro Empresarial e Tecnológico de S. João da Madeira, o N3i propõe-se combater "a ideia de que os inventores são uns lunáticos que vivem no seu próprio mundo e não comunicam com o exterior".
Para José Emanuel Garcia, esse é o principal "preconceito" que a comunidade criativa enfrenta em Portugal, "onde não há estímulo à criatividade e à inovação". "Os inventores e investigadores portugueses são mais reconhecidos no estrangeiro do que no seu próprio país", observa, "e não é a troco de nada que os políticos nacionais apregoam cada vez mais a necessidade de promover a inovação e criatividade". "O M3i surgiu para combater essas dificuldades", continua. "Envolve na sua fundação cinco pessoas que vêm trabalhando nesta área há vários anos e já sabem como as coisas funcionam".

Um golpe duro nas off shores

Uma grande investigação revelou uma imensa lista de milionários que têm contas em paraísos fiscais. O ICIJ e o The Guardian dizem ter mais de 200 gigabytes de dados relativos a operações efectuadas na última década nas Ilhas Virgens Britânicas mas também em Singapura, Hong Kong e nas Ilhas Cook, que serão revelados ao longo dos próximos dias.

Esta quebra de sigilo atinge em pleno a confiança que o anonimato destas contas dava aos especuladores de todo o mundo e às fortunas escondidas e que resultam de negócios sujos e fuga aos impostos.

É, claro, que tudo isto resulta de um novo paradigma que a crise dos subprime despoletou em todo o mundo, arrastando milhões de pessoas para a miséria.

Investimento estrangeiro- State Grid em projecto de investigação da REN

Investimento estrangeiro à boleia da venda da REN aos chineses. Até 2017, a maior accionista da REN suportará os projectos de investigação que serão desenvolvidos no centro. Rui Cartaxo, presidente executivo da empresa que assegura o transporte de energia no país, explicou que a nova estrutura irá apostar em quatro áreas: Simulação de sistemas de energia, gestão de integração em redes de fontes de energia renovável, tecnologias para redes inteligentes e economia e mercados de energia.

"Este centro é uma das iniciativas mais importantes que acompanham a entrada da State Grid na REN, será a parceria com maior valor acrescentado", adiantou Rui Cartaxo. Irá contar com a colaboração de universidades, indústria e centros de I&D nacionais e estrangeiros. "Temos já um pequena equipa a funcionar e depois deverão vir de fora umas duas dezenas de investigadores que estarão envolvidos nos projectos", disse este responsável, concretizando que já há contactos com as principais escolas de engenharia de Lisboa e Porto.

 

 


Vamos pensar o país a vinte anos?

Se a população está envelhecida e a natalidade não compensa, andamos a construir e a ampliar escolas e a preparar e a contratar professores ? E quais são os efeitos a longo prazo da demografia nas políticas de saúde? E no emprego? E no turismo de lazer?

Se a situação geográfica de Portugal impede qualquer invasão por terra ( a não ser de Espanha )  e a desproporção de forças é de tal ordem que as nossas forças não aguentariam o primeiro embate, para quê quartéis e milhares de militares ? Não é na Força Aérea e na Marinha, atenta a dimensão e a natureza dos desafios, que o país deveria concentrar o esforço de investimento?

A situação dos nossos portos marítimos é geo-estratégica, reforçada com o alargamento do Canal do Panamá por onde se movimentará toda a rota comercial marítima. Isto não é suficiente para concentrar os investimentos necessários e reforçar  equipamentos ? E servir os portos de Setúbal, Lisboa e Sines com uma via ferroviária em bitola europeia que sirva a exportação de bens e produtos por Madrid? E da mesma forma, os portos  de Leixões, Aveiro e Figueira da Foz  não precisam de uma via ferroviária em bitola europeia para exportar bens  e produtos pelo norte de Espanha? Calcula-se a redução de custos na ordem dos 30%.

E o Alentejo regado com a água do Alqueva? E os minérios, o gás e o petróleo? E a imensa Zona Marítima a segunda maior do mundo? A ciência e a investigação? E a recuperação dos centros das grandes cidades que cria muitos milhares de empregos?

Agora comparem e vejam onde se andou a gastar dinheiro nos últimos vinte anos!

PS : a bem da verdade a ciência, inovação e a investigação deram passos muito importantes.

 

 


 

Investigadores Portugueses na linha da frente contra o cancro

Cada vez mais temos investigadores( veja os vídeos) com descobertas reconhecidas internacionalmente."
Entretanto, a equipa de investigadores criou uma empresa, a Treat U, incubada no parque tecnológico de biotecnologia Biocant, em Cantanhede, para colocar a PEGASEMP no mercado mundial e alargar esta estratégia de tratamento a outros tipos de cancro.
A spin-off da Universidade de Coimbra tem uma equipa multidisciplinar que reúne as competências necessárias à conceção e desenvolvimento de plataformas de base nanotecnológica, determinação de parâmetros de farmacocinética (caminho que o medicamento faz no organismo), desenvolvimento de fármacos, farmacologia, ensaios clínicos e desenvolvimento comercial.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/nanoparticula-portuguesa-contra-o-cancro-da-mama-ganha-patente-nos-eua=f774447#ixzz2FLdGnlx0

Investigadores Portugueses na linha da frente contra o cancro

Cada vez mais temos investigadores( veja os vídeos) com descobertas reconhecidas internacionalmente."
Entretanto, a equipa de investigadores criou uma empresa, a Treat U, incubada no parque tecnológico de biotecnologia Biocant, em Cantanhede, para colocar a PEGASEMP no mercado mundial e alargar esta estratégia de tratamento a outros tipos de cancro.
A spin-off da Universidade de Coimbra tem uma equipa multidisciplinar que reúne as competências necessárias à conceção e desenvolvimento de plataformas de base nanotecnológica, determinação de parâmetros de farmacocinética (caminho que o medicamento faz no organismo), desenvolvimento de fármacos, farmacologia, ensaios clínicos e desenvolvimento comercial.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/nanoparticula-portuguesa-contra-o-cancro-da-mama-ganha-patente-nos-eua=f774447#ixzz2FLdGnlx0