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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Por uma enorme redução dos impostos

É preciso aproveitar o bom momento da Zona Euro .

Depois de um “enorme aumento de impostos” declarado no governo da PAF (crescimento da receita fiscal em 1.706M€ no período 2011-14)*, tivemos mais um ainda maior aumento de impostos, dissimulado na neoausteridade da geringonça (crescimento da receita fiscal em 4.016M€ 2014-16)*.

O peso esmagador da dívida pública a juros transitoriamente baixos, é uma bomba relógio de contas públicas. Que, olhando à história recente, lá tentarão resolver com mais um gigantesco aumento de impostos. Isso não é aceitável. É essencial que o Estado reduza as suas necessidades – reduzindo a dívida pública e reduzindo-se a si mesmo, e o momento bom para o fazer é aproveitando o crescimento e a conjuntura favorável que vivemos.

Mais um imposto que aumenta

O primeiro ministro afirmou que não haveria aumento de impostos mas a realidade é bem diferente. Desta vez é o Imposto de Selo sobre as transacções financeiras. Tem a marca dos apoiantes  e é mais uma pázada de terra sobre o apregoado fim da austeridade.

Sobre um enorme aumento de impostos que todos perceberam um enorme aumento de impostos dissimulado.

Há dois anos, no Orçamento do Estado, o Governo subiu em 50%, para uma taxa de 4%, o IS aplicado a "outras comissões e contraprestações por serviços financeiros, incluindo as taxas relativas a operações de pagamento baseadas em cartões", taxa que se manteve este ano e que não é alterada segundo a versão preliminar a que a agência Lusa teve acesso.

Claro que para a geringonça nada disto são aumentos de impostos nem a continuação da austeridade . É tirar aos ricos para dar aos pobres, já os aumentos de impostos da direita é tirar aos pobres para dar aos ricos.

Num caso e noutro pagam os mesmos. Os contribuintes.

Mais impostos para as empresas

PCP e BE querem aumentar o IRC ( imposto sobre o lucro das empresas) para reduzir o IRS ( imposto sobre o rendimento das pessoas ). Percebe-se. As empresas não votam

Está é no essencial a política deste governo. Dá com uma mão a uns o que tira com a outra mão a outros. E os partidos da extrema esquerda gostam pouco das empresas que produzem riquesa, criam postos de trabalho e alimentam o estado e a Segurança Social.

É, claro, que não há investimento privado e que a economia cresce poucochinho. Pagar impostos num país que odeia a iniciativa empresarial e que muda a fiscalidade sempre que o estado precisa de mais dinheiro ? As empresas que podem mudam a sede para a Holanda onde pagam metade do IRC ? Não é lógico ? Quem é que não faria o mesmo ?

Depois os resultados são os que se vêem, com os países ( pobres) amigos das empresas a crescerem entre 3,1% e 5,7% e nós a patinar na mediocridade dos 2,5%.

Ao burro do espanhol aconteceu o mesmo. Quando estava habituado a não comer, morreu.

 

As famílias com filhos hiperactivos estão tramadas

É bem de ver, a velhinha do 2º andar não sai de casa enquanto a canalha do 1ª andar não se cansa de subir e descer as escadas a correr. Segundo o principio em que assenta o aumento do imposto sobre o Alojamento Local - PCP e BE - a velhinha não paga imposto e a família não ganha para o aumento da taxa.

Tens filhos ? Três ? Estás feito pagas a dobrar. Mas então a demografia, não é preciso ter filhos? Preciso é, mas paga e não bufes. Usas as instalações intensamente...

É, óbvio, que o único argumento para o Estado vir novamente ao bolso dos contribuintes é a necessidade insaciável de fazer mais despesa. PCP e BE nunca enganaram ninguém neste ponto. Há que sacar, ir buscar o dinheiro onde ele está.

O Alojamento Local, mexe ? Pisa, com taxas e taxinhas nem que seja do condomínio.

 

A austeridade continua - imposto Mortágua

Adicional ao IMI chega no próximo mês para 211 mil contribuintes

Novo imposto é cobrado a particulares que detêm um conjunto de imóveis cujo valor ultrapassa 600 mil euros .

É o imposto sobre a luz e as vistas. Mais um, embora nos queiram fazer crer que não há aumento de impostos e que a austeridade acabou. Falta ainda um imposto sobre o ar que respiramos.

Em entrevista ao Dinheiro Vivo, o presidente da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), Menezes Leitão, assinalou que há senhorios que equacionam pedir um aumento de rendas aos inquilinos, para fazer face aos custos com o novo adicional ao IMI. De acordo com os dados mais recentes do Confidencial Imobiliário, há zonas do país onde o aumento das rendas ronda já os 8%.

Não podemos é alinhar na propaganda oficial que a austeridade acabou.

 

 

Taxar o vinho é desertificar o interior

O sector do vinho emprega cerca de 200 000 pessoas em geografias onde não há alternativas de emprego. Com o imposto agora prometido, haverá falências das empresas mais pequenas e a exportação será afectada.

Quando nos lembramos do escarcéu que por aí houve com o fecho de escolas sem alunos e de maternidades sem grávidas, estamos conversados. O problema daqueles senhores muito preocupados com o mundo rural está mais que justificado.

No entender de Ana Isabel Alves, a medida vai também provocar o abandono das vinhas, pois deixam de ser rentáveis. “Tememos o abandono da vinha e desertificação do mundo rural. Lembro que nós temos 200 mil hectares de vinha em Portugal. Vai tornar as pequenas empresas inviáveis e inevitavelmente vão verificar-se falências no setor”, sublinhou.

As associações do setor lembram ainda que a “vitivinicultura é muito importante para a manutenção das comunidades rurais e para o ordenamento do território, existindo muitas zonas do país totalmente dependentes desta atividade”.

E o drama que foi por cada tribunal que fechou no interior .

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As contas da Mariana não podem estar certas

Já há quem tenha feito as contas, aqui.

Ora se for assim, cada proprietário vai pagar cerca de 2 000 euros/mês. Já estou a ver os proprietários a venderem as casas por metade do preço para fugirem ao imposto ( e ao país) ou, então, a arrendarem-nas ao primeiro sem abrigo que encontrarem .

O efeito negativo será de tal monta que só um governo desesperado para encontrar outras formas de cobrar receita se lembraria de tal medida.

Se o novo imposto recaísse no imobiliário abandonado ou não explorado ( segundas habitações, quintas que não produzem) e, com o imposto, o proprietário fosse empurrado a arrendar ou a vender a propriedade para que dela se extraísse riqueza ainda vá que não vá. Mas com uma medida tão mal desenhada não se percebe a vantagem. Talvez a ideia seja mesmo que os ricos abandonem o país e levem o dinheiro acumulado. E acabava-se a desigualdade. Todos pobres mas com uma casa portuguesa com certeza.

 

Para comprar uma casa pagam-se cinco impostos

Já é conhecido pelo " saque da Mortágua" o novo imposto sobre o imobiliário .

"Se surgir o Novo imposto sobre o património, poderá ser o primeiro grande erro estratégico de António Costa", diz Marques Mendes que considera que "se este imposto for por diante provavelmente vamos ter menos investimento e menos IMI".

"Para comprar uma casa uma pessoa paga cinco impostos: IRS pelos rendimentos que permitem comprar uma casa. A seguir para a compra da casa paga IMT (antiga Sisa) e imposto de selo. Depois para ter a casa paga IMI, todos os anos, e se este for por diante, paga um novo IMI mas ao Estado e não às autarquias. Isto é um assalto fiscal, não é justiça fiscal", diz Marques Mendes que apelida de violência.

Depois dos vistos Gold, mais um imposto. Depois de incentivos ao investimento de estrangeiros na compra de casa em Portugal, (investimento mínimo de 500 mil euros) e agora aplica-lhes mais um imposto, lembra Marques Mendes.

Vai afastar investidores nacionais e estrangeiros, diz.

O principal problema das nossas finanças públicas é a dívida

. Taxar tudo o que mexe para conseguir pagar a despesa que vai fazendo crescer. Mesmo que vá matando as várias galinhas de ovos de ouro. Desta vez é sobre a poupança convertida em imobiliário, uma dupla tributação.

Porque a poupança - seja ela aplicada em imobiliário ou outra qualquer aplicação - é o que sobra depois de os cidadãos e as famílias pagarem todas as suas despesas e impostos.

A dívida que não para de crescer a par da taxa de juros que também não para de crescer. E uma dívida gigantesca como a nossa só se consegue pagar com a economia que, no nosso caso, não cresce. Não vale a pena continuar com esta história governamental da carochinha.

Esta dívida consome os nossos escassos recursos que se abate sobre os portugueses sobre a forma de impostos, taxas e taxinhas. Está provado que dívidas públicas elevadas implicam corte nas despesas futuras ou aumento de impostos. Não há volta a dar.

Um país que tem uma dívida superior a 130% do seu PIB não pode falar em finanças controladas. E tudo isto se nota no desespero do governo que agora vai taxar o património . A partir de agora tributar o património é voltar a tributar o que já foi tributado antes de pouparmos para obtê-lo.

Mas para PCP e BE não há mais nada para além do estado ladrão.

PS e BE atacam poupanças dos pobres

Vem aí o imposto sucessório o imposto mais injusto de todos. Porque depois de uma família remediada ou mesmo pobre, andar uma vida a pagar todos os impostos para poupar alguma coisa para deixar aos filhos e aos netos, o estado assalta o que resta. A poupança de uma vida.

Já pagou o IRS, o IVA, o IMI, o IC e tudo o que o estado foi inventando para o roubar e no fim vai pagar mais um imposto sobre todos os outros impostos. Em duplicado.

É que os ricos vão continuar a manter as suas residências da Quinta do Lago e da Quinta da Marinha a coberto de uma qualquer off shore mas os pobres e remediados não têm por onde fugir. E são esses que, como sempre, são os espoliados, os que pagam sempre. A argumentação é sempre a mesma. Os ricos são umas centenas, em grandes números contribuem com pouco, mas os pobres e remediados são aí uns quatro milhões. Há que malhar neles.

Quem tiver poupado à volta dos cem mil euros e os querer deixar aos filhos e netos prepare-se para vender os bens que poupou para poder pagar às finanças o imposto sucessório. E é pela mão do PS e do BE que este roubo sem nome será perpetrado. Nestas coisa o PCP costuma pensar  duas vezes, quando puder leva tudo mas a todos. É menos injusto. E dizem eles que a austeridade acabou e que não há mais impostos. É só esperar pelo Orçamento de 2017.

E é assim meus caros, não poupem, gastem em cervejolas e em carros novos, amantes e em cruzeiros pelo mundo. Bons jantares regados com Pierre-Chandon a 150 Euros a garrafa e almocem todos os dias fora de casa. Mas por quem sois não poupem.