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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O país conta com a actual maioria parlamentar

Andaram durante este tempo todo a pedir eleições antecipadas que, sabem bem, custariam milhões e muito tempo inútil ao país. Agora perante o afundamento das bolsas e o agravar das taxas de juro, atiram-se a Portas por estar a prejudicar o país. As eleições só serviam ( se servissem) para colocar o PS no governo, não ajudavam em nada a situação. Mas Soares e Sampaio só acham que há democracia se o PS estiver no poder. Pedia-se mais distanciamento de quem exerceu funções presidenciais. Porque com este governo ou com um governo PS as bolsas e as taxas de juro vão reagir da mesma forma e Merkel vai insistir na austeridade.

Seis meses de instabilidade eleiçoeira seriam um preço demasiado caro. Podem o PC e o BE gritar o mesmo de sempre, mas esta maioria parlamentar deve continuar a suportar este ou outro governo. Tem toda a legitimidade para fechar o memorando da Troika.

A RTP custa o dobro da TVI e da SIC

Um ponto de share na RTP custou em 2011 o dobro. Temos de olhar para os números", alertou o ministro Miguel Relvas, apontando que, "em 2011, um ponto médio de share [audiência] custou 11,7 milhões de euros na RTP, 5,5 milhões na SIC e 5,7 milhões na TVI."

O ministro tem toda a razão. Até 5,7 milhões podemos considerar o custo do serviço público ( se realmente existe) daí para cima são subsídios que saem dos bolsos dos contribuintes. Não contem comigo para este factor de desigualdade num país onde há gente a receber salário mínimo e  a viver na pobreza.

Queda do custo da dívida e prolongamento dos prazos

São boas notícias. Os mercados reagiram muito bem ao pedido de prolongamento da dívida. "O presidente da EDP afirmou esta terça-feira que uma redução de mais de 20 pontos base no custo da dívida portuguesa são «boas notícias» e que «vem claramente demonstrar as expectativas das pessoas sobre a resolução de um tema global a nível europeu».
António Mexia, que falava em conferência de imprensa sobre os resultados da empresa em Lisboa, referiu que o que está a ser negociado em Bruxelas, uma extensão do prazo para Portugal pagar as suas dívidas, obteve uma boa reação dos mercados «com uma descida dos custos de financiamento».
O presidente da EDP adiantou que a questão do financiamento da economia «é decisiva e neste momento está incomparavelmente melhor do que há seis meses atrás. A redução é muito significativa e a capacidade hoje de ter acesso a fundos não tem nada a ver com há seis meses atrás».

Basta falar em privatizar para o custo do "serviço público" baixar

A grelha da RTP foi apresentada com algumas novidades. Mas a melhor de todas é que se apresentou com um custo de 55 milhões de euros, 20% menos que a grelha do ano passado que tinha montado a 70 milhões.

Um dos graves problemas da RTP está a ser resolvido. O custo está a descer há dois anos e passada a fase da "indignação" dos que estão sentados à manjedoura, já não se ouvem queixumes. Perceberam que ninguém é levado a sério quando vive numa barraca e tem um "porche" à porta.

Há consenso quanto à existência de um serviço público nesta área. Nada tenho a opor se o custo for conforme ao país em que vivemos. Não podemos ter uma RTP que há anos é um alfobre de gente "bem" a ganhar muito acima dos outros trabalhadores, sem que se vislumbrem as razões.

As histórias do desperdício são muitas e de há muito tempo. Felizmente que há quem ( e não é só de agora) tenha metido ombros à tarefa de tornar razoável o que sempre foi sumptuário.

 

 


 

 


Serviços da saúde ultrapassam as nossas necessidades

Diz o Presidente do Hospital de S. João.
"Custos que vêm num contexto em que a "despesa da saúde está sempre a subir" e com uma "percentagem do PIB que a partir dos anos 90 já ultrapassou a média da OCDE", sublinha o responsável hospitalar.
É muito bonito ser universal e gratuito mas não é sustentável . Deve pagar quem pode.
O responsável do Hospital de S. João diz que "há hospitais, urgências e maternidades a mais". 

Serviços da saúde ultrapassam as nossas necessidades

Diz o Presidente do Hospital de S. João.
"Custos que vêm num contexto em que a "despesa da saúde está sempre a subir" e com uma "percentagem do PIB que a partir dos anos 90 já ultrapassou a média da OCDE", sublinha o responsável hospitalar.
É muito bonito ser universal e gratuito mas não é sustentável . Deve pagar quem pode.
O responsável do Hospital de S. João diz que "há hospitais, urgências e maternidades a mais". 

A livre escolha da escola pelas famílias

Aqui no Profblog pode ler o texto completo. No Texas há um sistema simples, sem custos adicionais e sem burocracias. Todas as escolas recebem o mesmo. 60% do custo médio. Sejam públicas ou privadas. E os pais escolhem a escola para os seus filhos.
"O Texas introduziu um sistema de livre escolha das escolas que é o mais simples e o mais eficaz dos EUA. Sem intermediários, sem agências do Estado, sem limites. Os pais têm a liberdade de escolher a escola e o Estado paga a propina até 60% do custo médio anual dos alunos nas escolas estatais. Sejam pobres, remediados ou ricos. Seja a escola estatal ou privada.""
Os críticos da livre escolha acusam os privados de fazerem concorrência às escolas estatais. A acusação tem fundamento. Os pais dos alunos preferem enviar os filhos para escolas privadas sempre que tal lhes é possível. É por isso que as escolas estatais perdem alunos sempre que têm por perto colégios com contratos de associação. As escolas estatais têm uma forma de lidar com esta situação: ofereçam um serviço educativo melhor do que os colégios com contrato de associação.
Regra geral, os pais querem a melhor educação possível para os filhos. Os professores que são pais sabem o que isso significa. A livre escolha é apenas isso: permitir que os pais escolham a melhor escola para os filhos, independentemente de quem seja o seu proprietário. Sem que sejam os burocratas do Estado a dizer-lhes que têm de colocar os filhos na escola estatal mais perto da residência."
É só o direito de escolha da escola pelas famílias!
 

A livre escolha da escola pelas famílias

Aqui no Profblog pode ler o texto completo. No Texas há um sistema simples, sem custos adicionais e sem burocracias. Todas as escolas recebem o mesmo. 60% do custo médio. Sejam públicas ou privadas. E os pais escolhem a escola para os seus filhos.
"O Texas introduziu um sistema de livre escolha das escolas que é o mais simples e o mais eficaz dos EUA. Sem intermediários, sem agências do Estado, sem limites. Os pais têm a liberdade de escolher a escola e o Estado paga a propina até 60% do custo médio anual dos alunos nas escolas estatais. Sejam pobres, remediados ou ricos. Seja a escola estatal ou privada.""
Os críticos da livre escolha acusam os privados de fazerem concorrência às escolas estatais. A acusação tem fundamento. Os pais dos alunos preferem enviar os filhos para escolas privadas sempre que tal lhes é possível. É por isso que as escolas estatais perdem alunos sempre que têm por perto colégios com contratos de associação. As escolas estatais têm uma forma de lidar com esta situação: ofereçam um serviço educativo melhor do que os colégios com contrato de associação.
Regra geral, os pais querem a melhor educação possível para os filhos. Os professores que são pais sabem o que isso significa. A livre escolha é apenas isso: permitir que os pais escolham a melhor escola para os filhos, independentemente de quem seja o seu proprietário. Sem que sejam os burocratas do Estado a dizer-lhes que têm de colocar os filhos na escola estatal mais perto da residência."
É só o direito de escolha da escola pelas famílias!