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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Uma política de gestão de fogo zero é possível ?

Não é possível nem desejável uma política de incêndios zero, porque a acumulação de combustível nas florestas é a principal causa dos fogos não controlados ( controláveis) . Também não é "deixar arder". Só pode arder desde que não prejudique infraestruturas e bens.

Esta política permite que os bombeiros e meios de combate se concentrem nos incêndios realmente perigosos e na defesa de pessoas e bens.

Consiste em deixar arder os incêndios, geralmente de origem natural, desde que não ameacem bens/ infraestruturas e desde que ardam em condições que satisfaçam os objectivos de gestão do território. Para ter uma ideia da importância deste “deixa arder” nos EUA diga-se que é superior à área de fogo controlado, que por sua vez é a principal actividade do Forest Service. Poderia esta política ser adoptada, aliás adaptada, para a Europa? Não tenho a menor dúvida de que sim. Aliás, ela já é involuntariamente praticada em Portugal (nas épocas do ano em que a prontidão do dispositivo de combate é menor)”.

Não são boas as perspectivas para Portugal reconhece António Costa

realidade acaba sempre por se impor. Depois das instituições reverem em baixa as previsões para a economia Costa não teve outro remédio senão aceitar o inevitável. O que aí vem são aumentos de impostos. Não diz quais mas os seus mais próximos já vieram dizer que o IVA dos bens essenciais não será aumentado. A ser assim restam todos os outros.

Mas o preço do petróleo nos mercados internacionais está a crescer e correspondentemente os combustíveis vão crescer já 2ª feira. Desce o imposto sobre combustíveis como prometido ? E a receita orçamental como vai ser compensada ?

"Não insisto em esconder nada", apenas garantir que o Programa de Estabilidade "assente na informação mais recente e actualizada". "Designadamente a que esta semana foi divulgada pelo FMI sobre a economia mundial, europeia" e mercados com quem Portugal tem trocas comerciais.
"Não são boas, e consequentemente, não são boas as perspectivas relativamente a Portugal", reconheceu.

Costa lembrou que "ainda esta semana a Católica fez uma revisão às suas próprias perspectivas". E diz que há três razões para o crescimento ter encolhido.

É claro que nenhuma das razões é atribuível a si próprio ou ao seu governo...

A forte subida do preço dos combustiveis vai fazer descer o imposto ?

Prepare-se vem aí uma forte subida nos preço dos combustíveis o que agrava os problemas resultantes do aumento recente do imposto. O governo vai retirar parte do imposto ? É que se não baixa o imposto a diferença do preço no retalho ainda é maior comparando com Espanha. E se baixa onde é que vai buscar a receita perdida ?

Se o governo já tinha os camiões em manifestações agora vai ser pior. As cotações estão em subida nos mercados internacionais . O aumento dos preços dos combustíveis reflecte ainda a valorização do 'ouro-negro', que desde o início de Abril já valorizou 15%. Já o euro regista uma perda semanal de 1,2%, o que agrava os efeitos da subida dos preços dos combustíveis para os consumidores europeus, dado que a matéria-prima é negociada em dólares. Por tudo isto, na próxima semana, "o aumento dos preços nas bombas vai ser mais acentuado que o habitual", antecipou ao Económico fonte do sector.

É o IVA que vai aumentar ? Costa diz que não.

A intoxicação do Galamba

Deve ser por causa dos gazes dos combustíveis mais caros que o deputado Galamba protesta contra a intoxicação da opinião pública. Que os contribuintes vão sentir muito dinheiro nos bolsos. A entrar muito e a sair pouco.

Há quem diga que o truque é mesmo esse. Sentir o dinheiro a entrar e não o sentir a sair. Vai-se à bomba da gasosa e quem é que nota que pagou mais? Os profissionais e as empresas. Os outros nem querem ver. E assim se engana o pagode.

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As mentiras fruto da superioridade moral

Não me parece. São fruto daquela maneira de estar de muita gente que ainda não aprendeu a viver em democracia. Todos os que não pensam como eles são, no mínimo, reaccionários e mentirosos. Aqui vão dois exemplos. Dizer que o crescimento da economia se deveu à procura interna induzida pelas inconstitucionalidades do Tribunal Constitucional sobre os salários e as pensões. Nada mais falso. O que se perdeu nos cortes ganhou-se no aumento dos impostos. Na economia o efeito foi o mesmo.

Quanto às exportações o Banco de Portugal diz o que é pacifico para quem está de boa fé. Os combustíveis estão muito longe de apresentarem os principais contributos para a balança comercial. Os melhores exportadores são as PME com maior incorporação de matéria prima e mão de obra portuguesas .  Torna-se evidente que o sector do vestuário está muito mais emancipado em relação às importações, é mais nacional que os outros. Portanto, ajuda muito mais do que se julga à retoma da economia. O seu peso (corrigido) no total das exportações de mercadorias até é superior ao do sector dos combustíveis. Mas "eles" é que sabem. São de esquerda.