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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O resultado do neoliberalismo? O maior declínio da pobreza mundial da história

Qual foi o resultado destas políticas neoliberais? O maior declínio da pobreza mundial da história. Milhares de milhões de pessoas na China, na Índia, ou em África que deixaram de estar a uma má colheita ou a uma tempestade de distância da morte.

Em Portugal nos anos 80 os programas de austeridade externa do FMI e a perda de soberania com a entrada na CEE (hoje União Europeia) eram uma concessão liberal. Hoje, olhamos para este período da histórica da democracia portuguesa como o de maior progresso económico e social.

Não é uma opinião são os dados que o dizem.

PS : Expresso - Ricardo Reis

Começa cedo o passa culpas

A culpa fosse qual fosse era do Passos Coelho agora passa a ser do comportamento da economia mundial.

Mas durante quatro anos não andamos todos a avisar António Costa que a sua governação era "poucochinho", que o PIB não crescia o suficiente, que estamos na cauda dos mais pobres (PIB/per capita)? Passadas as eleições e ainda a formar governo aí está a primeira barragem de fogo.

Afinal a economia está mesmo a arrefecer e o diabo está a caminho. 

“Da Assembleia a eleger sairá um Governo que, tal como a própria AR, terá desafios de peso pela frente.” Exemplos: “Apostar em mais crescimento, mais emprego, combate à pobreza e às desigualdades, também entre litoral e interior, melhor educação e saúde, segurança social garantida para um futuro mais longo...”

Mas não está tudo bem ?

 

 

 

 

 

O BE queria ir buscar o dinheiro onde ele está

Começou por apresentar uma proposta de entendimento ao PS onde exigia a nacionalização de várias empresas ( Costa chamou-lhe a atenção que custavam 30 mil milhões de euros, 15% do PIB)para aceitar formar governo com o PS.

Rapidamente, quando percebeu que a votação era tudo menos positiva, baixou as exigências para o que faltava cumprir do acordo da geringonça. O sonho esfumava-se.

Agora temos aí os estadistas bloquistas a chorar lágrimas e ranho. O PS não quer, o PS nunca quis.Os bloquistas estavam prontos a deixar cair o que fosse preciso para irem para o governo convencidos, coitados, que o tal "muro" da governação tinha mesmo caído.Não só não caiu como em seu lugar se construiu outro que vai demorar muitos anos a mover-se.

António Costa, europeísta, olhou para o que se passa com os partidos irmãos do BE.Levar para o governo um partido comunista extremista não lembra a ninguém, mesmo que se diga social democrata.

"Ir buscar o dinheiro onde ele está" é em tudo igual a ir para para as administrações dos bancos. É a melhor forma de os assaltar.

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Têm medo do Iniciativa Liberal porquê ?

Têm medo do Iniciativa Liberal porquê?

O IL pertence à família do ALDE party, a aliança de partidos liberais europeus. Neste momento há 8 primeiro-ministros europeus pertencentes a este grupo:

- Xavier Bettel, Luxemburgo
- Mark Rutte, Holanda
- Charles Michel, Bélgica
- Jüri Ratas, Estonia
- Marjan Šarec, Eslovénia
- Andrej Babiš, Republica Checa

Além disso, partidos e membros do ALDE fazem parte dos governos da Finlândia, Dinamarca, Suíça e Noruega.

É esta a nossa companhia. Gente de países que ora são prósperos, ora crescem, onde se vive melhor que em Portugal. Não são Trumps, nem Bolsonaros, nem Salvinis, nem Orbáns. Não somos extremistas, nem alt-right, seja lá o que isso for. As nossas referências não são países onde se morre à espera de uma consulta ou à porta do hospital com o tratamento recusado. Não são países onde a educação é privilégio ou onde as pessoas mal ganham para pagar as contas. Não são países de miséria, antes pelo contrário.

Temos as mesmas preocupações que qualquer outra pessoa. Queremos mais e melhor emprego. Queremos melhores ordenados. Queremos educação e saúde de qualidade, sem esperas. E queremos isto para todos, não só para alguns. Queremos que valha a pena fazer vida em Portugal, mais do que emigrar. Queremos menos impostos, para que quem dá o litro sinta que o esforço o premeia a si em primeiro lugar, e queremos que esse dinheiro que todos pagamos seja posto a bom uso e gasto com respeito pelo que custa ganhar. Queremos menos corrupção, menos negociatas, menos compadrio. Queremos, pasmem-se, menos monopólios.

Estamos aqui para fazer disto um país melhor, porque se fosse para proveito próprio, seríamos emigrantes.

Membros de países da UE

PaísNomeDEDNStatus
 AlemanhaPartido Democrático Liberal
 
3 / 96
 
0 / 631
Extra-parlamentar
 ÁustriaNEOS - A Nova Áustria
 
1 / 18
 
9 / 183
Oposição
 BélgicaLiberais e Democratas Flamengos
 
3 / 13
 
14 / 87
Governo
Movimento Reformador
 
3 / 8
 
20 / 63
Governo
 BulgáriaMovimento pelos Direitos e Liberdades
 
4 / 17
 
36 / 240
Oposição
Movimento Nacional pela Estabilidade e Progresso
 
0 / 17
 
0 / 240
Extra-parlamentar
 CroáciaPartido Popular Croata - Liberais Democratas
 
1 / 11
 
12 / 151
Governo
Partido Social Liberal Croata
 
0 / 11
 
0 / 151
Oposição
Assembleia Democrática da Ístria
 
1 / 11
 
2 / 151
Governo
 ChipreDemocratas Unidos
 
0 / 6
 
0 / 56
Extra-parlamentar
 DinamarcaVenstre-Partido Liberal da Dinamarca
 
2 / 13
 
37 / 179
Governo
Partido Social-Liberal
 
1 / 13
 
8 / 179
Oposição
 EslovêniaPartido do Centro Moderno
 
0 / 8
 
36 / 90
Governo
Aliança de Alenka Bratusek
 
0 / 8
 
4 / 90
Oposição
Flag of Spain.svg EspanhaCidadãos - Partido da Cidadania
 
2 / 54
 
32 / 350
Oposição
Partido Democrático Europeu Catalão
 
1 / 54
 
8 / 350
Oposição
 EstóniaPartido do Centro Estónio
 
1 / 6
 
27 / 101
Oposição
Partido Reformista Estónio
 
2 / 6
 
30 / 101
Governo
 FinlândiaPartido do Centro
 
3 / 13
 
49 / 200
Governo
Partido Popular Sueco
 
9 / 200
Oposição
Partido do Centro de Åland
 
0 / 13
 
0 / 200
Extra-parlamentar
GibraltarPartido Liberal de Gibraltar
 
0 / 73
 
3 / 17
Governo
 GréciaDrassi
 
0 / 21
 
0 / 300
Extra-parlamentar
 IrlandaFianna Fáil
 
1 / 11
 
21 / 166
Oposição
 ItáliaRadicais Italianos
 
0 / 73
 
0 / 630
Extra-parlamentar
Itália de Valores
 
0 / 73
 
1 / 630
Oposição
 LetôniaDesenvolvimento Letão
 
0 / 8
 
0 / 100
Extra-parlamentar
 LituâniaPartido Trabalhista
 
1 / 11
 
29 / 141
Governo
Movimento Liberal da República da Lituânia
 
2 / 11
 
11 / 141
Oposição
União da Liberdade Lituana
 
0 / 11
 
0 / 141
Extra-parlamentar
 LuxemburgoPartido Democrata
 
1 / 6
 
13 / 60
Governo
 MaltaPartido Democrático
 
0 / 6
 
2 / 67
Oposição
 Países BaixosPartido Popular para a Liberdade e Democracia
 
3 / 26
 
41 / 150
Governo
Democratas 66
 
4 / 26
 
12 / 150
Oposição
 PolóniaModerno
 
0 / 51
 
30 / 460
Oposição
União dos Democratas Europeus
 
0 / 51
 
4 / 460
Oposição
Portugal PortugalIniciativa Liberal
 
0 / 21
 
1 / 230
Oposição
 Reino UnidoLiberal Democratas
 
1 / 73
 
8 / 650
Oposição
Partido da Aliança
 
0 / 73
 
0 / 650
Extra-parlamentar
 República ChecaANO 2011
 
4 / 21
 
47 / 200
Governo
RoméniaAliança dos Liberais e Democratas
 
0 / 32
 
26 / 412
Governo
 SuéciaLiberais
 
2 / 20
 
19 / 349
Oposição
Partido do Centro
 
1 / 20
 
21 / 349
Oposição
 

Há 25 anos que estamos a divergir da UE

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A estagnação socialista é uma realidade que não dá como negar.

Um estudo do Banco de Portugal (BdP) esta quinta-feira publicado como "tema em destaque" do Boletim Económico revela que, em termos de comparação com a União Europeia a 15 países, o PIB per capita nacional de 2018 era inferior ao registado em 1995 e que nestas mais de duas décadas Portugal tem estado sempre a divergir. Mais concretamente, depois de no período 1960-1995 ter havido uma clara convergência a rondar 1,4 pontos percentuais ao ano, no período 1995-2018 a situação inverteu-se claramente e o PIB per capita nacional tem vindo a perder terreno a um ritmo anual de 0,1 pontos anuais.

O abraço de urso do PS

O PCP andou muito tempo a evitar o abraço de urso do PS mas a táctica de persuasão do PS de António Costa acabou por dar frutos. Agora é o BE que corre atrás do PS depois de ser repetidamente afastado nos últimos meses. E o LIVRE vai pelo mesmo caminho com o líder a abrir-se a uma fusão de toda a esquerda.

É claro que a posição relativa do PS é hoje bem mais forte. O PS não precisa do BE nem do LIVRE bem ao contrário de em 2015. E quando olhamos para as propostas do BE anteriores às eleições sabemos bem que o BE vai ser esmagado. Nacionalizações? Lei Laboral?Investimento público? Aumento da despesa?

É bem verdade que o que está a acontecer em Portugal já aconteceu noutros países embora por cá os dois maiores partidos ainda representem 66% do eleitorado. Há um muro que faz toda a diferença. A União Europeia e a Zona Euro.

É quase patético ver o desespero do BE para se agarrar qual lapa à solução governativa em negociação. Bem me lembro de ouvir Mariana Mortágua gritar em pleno Congresso "camaradas, estamos prontos", prontos para ocupar o poder, bem se vê. Não vai ser agora nem será tão brevemente.  

O BE perdeu 60 000 votos e tem agora um adversário directo no IL

O BE é libertário nos costumes mas comunista na política. Os cidadãos podem escolher o aborto e a eutanásia mas não podem escolher a escola dos filhos nem o hospital em que são tratados. O IL é libertário nos costumes e na política.Os cidadãos podem fazer as suas opções de vida tanto nos costumes como na política.

O IL é muito mais "cool" que o BE. Mas o BE ainda não percebeu o desastre.Dos 60 000 votos que perdeu uma boa parte perdeu-os para o IL.

A força eleitoral do Bloco esteve sempre na modernidade ou pós-modernidade “cool” e libertária no campo dos costumes, aborto, droga, eutanásia, barrigas de aluguer, etc., etc. O que nos leva a uma enorme contradição. O Bloco é libertário nos costumes, mas é comunista na governação; as pessoas podem mudar de sexo, mas não podem escolher a escola dos filhos. A Iniciativa Liberal expõe esta enorme contradição do Bloco, porque é mais coerente: é libertário nos costumes e na governação. A meu ver, a Iniciativa Liberal pode entrar no mercado eleitoral junto dos mais novos e ansiosos por estarem ao lado da ‘coolness’

 

O PCP e o BE têm que garantir a maioria absoluta ao governo que negaram ao PS

Os partidos da extrema esquerda andaram a campanha eleitoral toda a lutar contra a maioria absoluta do PS. Aqui chegados têm a responsabilidade de garantir a viabilidade do governo apoiando-o maioritariamente na Assembleia da República.Se assim não for aqueles partidos terão a enorme responsabilidade de lançar o país num processo de governação instável.

Mais uma vez PCP e BE apresentaram as suas propostas pensando nos seus interesses imediatos.Interessava-lhes enfraquecer o mais possível o PS para ganhar vantagem nas negociações da formação do governo.Mas melhor do que ninguém sabiam e sabem que as suas propostas assentam em medidas inaceitáveis para o PS.E há medidas do PS, incontornáveis, que PCP e BE nunca aceitarão.

É este estado de coisas que levaram à estagnação socialista dos últimos quatro anos e que o PS não pode manter por mais quatro anos.

É também por isto que o PSD se prepara para apoiar medidas estruturais que PCP e BE não apoiarão, mas de que o país não pode abdicar.

Por mais que se agite a água não se mistura com o azeite.

Mais de 2,5 milhões de portugueses com seguros de saúde

O SNS não dá as respostas necessárias o que leva pessoas e empresas a subscrever seguros de saúde ( individuais e de grupo). Em junho deste ano, o total de pessoas com seguro de saúde alcançou os 2.522.862, um crescimento de 4,5% face ao final do ano passado.

Esta tendência, que tem vindo a ser reforçada com o crescente número de pessoas que procura os seguros como alternativa ao sistema de saúde público, já vem de trás.

O negócio global das seguradoras em seguros de saúde aumentou perto de 40% entre 2015 e 2019, devido ao efeito conjunto de aumento dos preços e do número de pessoas seguras. No ano de 2014 as seguradoras contabilizadas pela APS faturaram com este ramo cerca de 521 milhões de euros e 723 milhões em 2018.

Bem podem os estatistas negar o direito de escolha que os portugueses dão-lhes a volta.