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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Carlos Moedas e a Democracia participativa na Câmara de Lisboa

Criar uma Assembleia de 50 representantes da sociedade civil em Lisboa é uma das propostas do candidato. À imagem do que já se faz nas grandes cidades por essa Europa fora. Em paralelo com os órgãos camarários eleitos .

Pessoas que não têm orientação partidária e que estão próximas das reais necessidades dos habitantes de Lisboa. Trata-se de um órgão consultivo do Presidente .

Alguém conhecido lá no bairro e que vive com paixão a sua cidade e que conhece profundamente o que pensam os seus vizinhos. Independente de interesses organizados e que há demasiado tempo controlam a câmara .

E assim se trará para a primeira linha a opinião dos lisboetas que farão ouvir a sua voz antes das decisões que afectam a sua vida .

Sendo o Turismo de grande importância para a cidade há que encontrar novas centralidades e não só a parte histórica da Baixa, motivando a actividade da vida cultural . Os teatros fechados, os museus pouco visitados e os inúmeros belos jardins .

Carlos Moedas propõe para a cidade uma visão diferente . Lisboa merece .

A entrevista de Costa - a direita soma mais votos que o PS

E António Costa volta a precisar dos votos do BE e do PC  daí ter arrasado Rui Rio e o PSD .

O Orçamento precisa de ser aprovado e o PM volta a chamar aqueles que afastou . Mas como não há almoços grátis a governação não vai implementar as reformas necessárias ao desenvolvimento do país. O empobrecimento vai continuar .

Aqui na vizinha Espanha o governo do PSOE com a extrema esquerda já está a dar frutos . Uma sondagem aponta que 63% dos habitantes de Madrid  apoiam um governo regional do PP em aliança com a extrema direita (VOX ) . As eleições são amanhã . 

O PM deve beber a taça da cicuta até ao fim. Começou nos Açores e deve continuar no continente até ao fim da legislatura. Não seria justo que outros fizessem por ele o que só a ele compete fazer. Tomar medidas duras e impopulares .

Rio contaminado à direita e Costa à esquerda

António Costa acusa Rui Rio de se deixar contaminar pelo Chega quando o mais evidente é ele próprio estar contaminado pelo BE e pelo PCP.

O PS de Costa encosta-se à extrema esquerda ou afasta-se pedindo a maioria absoluta conforme as necessidades para se manter no poder . É o vento que corta o pensamento e que o faz andar de um lado para o outro sem implementar reformas.

E a dor dos Açores assombra Costa , é um pesadelo com que não contou quando, perdendo, ganhou o poder . Os muros derrubados foram à esquerda e à direita mas só há um responsável. Ele próprio . Não pode, pois, queixar-se .

Cataventos, são como os chapéus, há muitos.

Sócrates também é um pesadelo que vai voltar .

É desta que o abuso fiscal das grandes empresas vai terminar ?

O Presidente americano está a dar o pontapé de saída .As propostas do presidente norte-americano Joe Biden para impedir as multinacionais de transferirem os lucros para paraísos fiscais são uma oportunidade “única na vida” de acabar com os abusos fiscais .

O secretário-geral da OCDE, responsável pelas negociações internacionais sobre este tema, adianta que um acordo global para os impostos sobre as empresas está próximo e pode mesmo ser assinado neste verão, apontando que “o novo ímpeto dos Estados Unidos é exatamente o que era necessário para fazer com que esta negociação avance em meados de 2021”.

“Se queremos que as pessoas paguem os seus impostos, as grandes empresas também o devem fazer“.

Um lar para os estudantes filhos de funcionários públicos

Enquanto milhares de trabalhadores do privado ficam sem emprego e outros com cortes no rendimento, há sindicatos a reivindicar aumentos salariais para a função pública.

É inacreditável que numa situação como a que estamos a atravessar alguém coloque seriamente essa exigência. Revela uma visão distorcida de quem trabalha, sustentando um fosso que já é profundo entre o sector público e o sector privado.

Mais uma vez a cegueira ideológica não é boa conselheira

Esta é a visão de quem tem na função pública a maioria dos seus votantes e no Estado o berço de uma sociedade estatista .

E hoje soubemos que a Ministra Alexandra Leitão vai construir um lar para estudantes filhos de funcionários públicos que venham estudar para Lisboa. Ficam de fora os filhos dos que pagam impostos e que já pagam os salários dos pais destes estudantes. Esta senhora agora ministra é a ex - Secretária de Estado da Educação que rasgou inúmeros contratos com colégios privados mas que tem duas filhas a frequentar o selecto Colégio Alemão.

Ainda gostava de saber quantos filhos de políticos frequentam a Escola Pública.

53% dos portugueses ganha menos do que há 10 anos

A verdade está a chegar de mansinho. Não há propaganda que resista ao tempo .

A informação, recolhida entre 21 e 26 de abril deste ano junto de 53% de 16.280 utilizadores da plataforma Fixando, permitiu saber que auferiam, em média, mais 115 mensais em 2011 e que mesmo os que recebem mais que o salário mínimo atual de 665 euros, têm "dificuldade em gerir as finanças", verificando-se ainda que 69% da amostra considera "absolutamente injusto" o ordenado que recebe, tendo em conta as funções que desempenha.

Não há uma palavra do governo para a economia nem mesmo no âmbito do PRR . O crescimento tem sido miserável e sem crescimento pelo menos razoável não resolvemos os problemas que afectam o país .

Cheira mal, cheira a Lisboa

Vamos ver se os srs. Medina e Salgado se safam neste meio lamacento. Há anos que Lisboa está a saque e que a sua Câmara Municipal passou a colossal central de negócios, onde manda um edil-infante e um "Dono Disto Tudo", outro Salgado, o homem que mais tempo esteve no poder nos Paços do Concelho (primo de Ricardo), controlando o acesso a todas as encomendas.

Não sabemos se a Operação Olissipus será conclusiva, mas que estes últimos anos cheiraram a infestação, lá isso cheiraram: o negócio da Torre de Picoas - onde subitamente o grupo Espírito Santo podia construir; o estranho caso dos terrenos de Entrecampos; a entrega em bandeja do espaço dos bombeiros ao Hospital da Luz (Grupo Espírito Santo); a misteriosa passagem da Quinta da Matinha (terrenos que eram da família Espírito Santo) para um fundo cujos verdadeiros proprietários são desconhecidos; uma disforme derrama hospitalar à beira-rio; demolições integrais ou parciais de edifícios fundamentais, como a moradia da Rua S. João da Mata, dos palacetes da Rua das Trinas e da Rua António Maria Cardoso, do Palácio de Rio Maior nas Portas de Santo Antão; destruições no Largo de S. Paulo; a delapidação da Garagem Liz; a recente moscambilha do quarteirão da Portugália; a obstinação na caríssima e complexa obra de prolongamento do metro do Rato até ao Cais do Sodré, etc.

 

Salgueiro Maia, herói de Abril

 

No dia 25 de Abril fui testemunha presencial do cerco ao Quartel do Carmo. No meio da multidão em fúria e dos soldados jovens e inexperientes, um capitão houve que manteve a serenidade e a coragem. Evitou um banho de sangue tanto para a multidão de civis como para os militares sob as suas ordens . O Quartel do Carmo, para quem o conhece por dentro, é uma fortaleza inexpugnável. O portão por onde as tropas sitiantes podiam entrar estão na mira de cem janelas que, estavam ocupadas, cada uma delas, por um militar armado da GNR.

Salgueiro Maia, conseguiu obter a rendição do Quartel e do Prof Marcelo Caetano, de uma forma digna e firme. Não se deixou empurrar pelas paixões dos que queriam sangue, encobertos no anonimato e teve mesmo que ser diplomata ante a cadeia hierarquica de que era o principal operacional.

Antes disso esteve sempre disposto a morrer como aconteceu na Praça do Comércio impedindo, com risco da sua própria vida, que as tropas em confronto  abrissem fogo.

Cumprida a missão voltou para Santarém sem pedir nada. Recusaram-lhe uma medalha que mereceu como ninguém. É altura de todo um povo prestar homenagem a este herói. Deve ser transladado para o Panteão Nacional!

 

PS : é conhecida a vontade do Capitão de Abril que deixou expressa no seu testamento. Os seus restos mortais permanecerão em campa rasa no cemitério da sua terra natal - Castelo de Vide. A sua viúva já veio confirmar essa última vontade.

Pelos sítios históricos do 25 de Abril

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A A25A levou a efeito um passeio por Lisboa para visitar os sítios onde decorreram as operações militares no dia 25 de Abril. Guiados por três "capitães de Abril" ficamos a conhecer as peripécias que  mais e melhor contribuíram para o êxito da operação. Desde a fragata no Tejo que se negou a disparar contra os militares sitiados no Terreiro do Paço, até aos valentes milicianos que não obedeceram ao Major de cavalaria que deu ordem de disparar a matar sobre Salgueiro Maia.

Uma visita à antiga sede da PIDE, hoje convertida numa moderna e luxuosa residencial onde "ainda" perdura uma lápide de homenagem aos heróis que passaram pelas suas masmorras. Depois o Largo do Carmo e o Quartel da GNR onde se deu a rendição de Marcelo Caetano. Estivemos nos aposentos onde o antigo Presidente do Concelho se entregou com dignidade. Marcelo Caetano recusou-se a fugir pelas traseiras do edifício " porque a fuga naquelas condições não era digna" segundo uma testemunha.

Um dos oficiais da GNR mostrou-nos como teria sido uma mar de sangue se a guarda tivesse respondido aos tiros que foram disparados contra o Quartel. A entrada na praça interior é uma armadilha inexpugnável. Leiam o livro " por trás do portão" de um oficial que viveu os acontecimentos e que hoje nos acompanhou.

Há também histórias divertidas e que nos dão a ideia que nos grandes momentos, para além da determinação e da coragem, há muita coisa que depende do destino ( ou do que se queira chamar). Tive a oportunidade de me encostar à esquina de onde assisti a tudo naquela tarde histórica. Um bom almoço na A25A deu por fim um dia muito bem passado.

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O fim de semana prolongado - 4 dias de trabalho

Espanha já a ensaia e cada vez mais empresas e países testam e implementam esta nova tendência laboral. No ano passado, a Microsoft do Japão experimentou esse horário de fim-de-semana prolongado. Verificou-se um aumento de produtividade de 40%, uma redução em 23% na conta da electricidade e uma percepção positiva de 90% dos colaboradores, associada à redução do trânsito. Quatro dias com 32 horas de trabalho já existe, agora também aqui ao lado, e, portanto, não é uma quimera de unicórnios e preguiçosos, mas sim uma mais-valia para quem trabalha mas quer viver e que junta diferentes benefícios, como o aumento do rendimento profissional, a criação de emprego e a atenuação da pegada ambiental. Afinal, nunca se produziu tanto como actualmente, o que significa que devemos começar a trabalhar menos para reequilibrar os ganhos.