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BandaLarga

as autoestradas da informação

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80% do negócio de transporte aéreo é o "code share " que a TAP só teve com Fernando Pinto

Anos e anos com adminstrações constituídas por gestores com perfil político e que não faziam ideia nenhuma do que era (é) o negócio do transporte aéreo. Jorge Coelho escolheu por concurso internacional um gestor do sector com a incumbência de privatizar a TAP.

As outras companhias europeias de transporte aéreo foram casando-se umas com as outras, a TAP teve um pretendente, a Swissair que faliu . Mais ninguém a quis.

Os privados da TAP estão no negócio na América do Norte e na América do Sul e agora também na China.

Os seus clientes são encaminhados para a TAP que tem licença para operar na Europa e, assim, as empresas americanas enchem os aviões que atravessam o Atlântico .É isto o "code share ", partilhar com outras companhias a capacidade não preenchida  e os aviões andarem lotados ( em 2017 a TAP apresentou uma lotação média de 82%)

Longe vão os tempos que num qualquer aeroporto o português em viagem esperava três e quatro horas pelo próximo avião da TAP enquanto os aviões de outras companhias voavam para Lisboa com metade da capacidade . E o próximo avião da TAP lá vinha com meia dúzia de passageiros e aterrava em Madrid para me trazer para Lisboa. Aconteceu mais que uma vez, um avião da TAP aterrar num qualquer aeroporto internacional, qual "Tuk Tuk" para apanhar uma dúzia de passageiros.

Os mesmos de sempre andaram anos a vender-nos a ideia da "companhia de bandeira", um símbolo nacional, falida, que ninguém queria.

TAP = take another plane levantou voo.

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