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BandaLarga

as autoestradas da informação

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726 000 000 000 Euros !

O endividamento do país é impressionante e não para de crescer.

A economia continua a depender fortemente da procura interna. O crescimento do PIB no 2.º trimestre do ano (2,8% em termos homólogos) espelha essa realidade. O crescimento do crédito ao consumo e das importações (com saliência para os bens de consumo de particulares como automóveis e aparelhos de tecnologia) já ditaram o regresso ao desequilíbrio da balança comercial e ao défice externo. 

 Basta a economia acelerar um pouco para que o endividamento aumente e a poupança caia significativamente, quando deveria acontecer o contrário.

A poupança é o garante do investimento e só este pode criar emprego e crescimento sustentável. A poupança das famílias está a um nível que é menos de metade do valor médio da União Europeia (4,5% do PIB em Dezembro passado) e com tendência para diminuir. Por isso, tem que ser incentivada.

 As exportações, a substituição de importações e o investimento são o caminho para o crescimento económico sustentável. As empresas e os projectos que contribuam decisivamente para a balança comercial e para o PIB devem ser financeiramente apoiadas. Ao contrário, devemos parar de sustentar os "zombies".

Há que parar o endividamento, caso contrário, vamos a caminho de situações que já conhecemos e que nos infernizam a vida.