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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O drama de uma simples dor de dentes

A jovem anda com dor de dentes desde sábado. No Centro de saúde a espera é de vários dias, nos hospitais nem pensar. Os amigos receitam-lhe tudo e mais alguma coisa. Mas a dor de dentes persiste. Na mesma rua há uma clínica que uma jovem médica abriu. Criou três postos de trabalho incluindo o dela. O preçário é menos de metade do habitual. O preço à medida que há mais concorrência vai baixando. É por esta razão que se dificulta tanto a formação de profissionais e o estabelecimento de clínicas. Outro exemplo são as farmácias. Tudo nas mãos do estado que abre e fecha quando lhe apetece e vai fazendo uns concursos manhosos. Algumas famílias têm três e quatro farmácias, todas saídas em concursos públicos, pois então.

Mas voltando à dor de dentes, lá se foi à clínica da jovem dentista. Agenda cheia, uma parte com o cheque dentista e a outra com gente atrapalhada. Mas não foi preciso insistir muito, cabe sempre mais um para quem vive do seu investimento.

Se a sociedade civil continuar a ser impedida de tomar iniciativas de sua livre vontade, a dor de dentes vai continuar a ser um drama para quem não tem dinheiro para ter o "seu" dentista habitual. Um drama que os pobres juntam a muitos mais!

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